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Os atletas brasileiros de Luta Livre e Greco-Romana, receberam um Centro de Treinamento Internacional de Lutas Associadas para a preparação das equipes masculina e feminina visando aos Jogos Olímpicos Rio 2016, inaugurado na quinta-feira, dia 24 de janeiro, no Rio de Janeiro. No CT, os atletas irão dispor de dois tapetes cedidos pela FILA, alojamentos e alimentação. A entidade também enviará dois técnicos estrangeiros para auxiliar o desenvolvimento da modalidade.

Instalado no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), pertencente à Marinha, o  CT Internacional de Lutas Associadas terá apoio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da Federação Internacional de Lutas Associadas (FILA), a Confederação Brasileira de Lutas Associadas (CBLA) e servirá para a preparação não só para os atletas brasileiros, mas a lutadores de toda a América do Sul, onde é a primeira istalação do tipo.

Após a inauguração oficial do CT, 32 lutadores fizeram uma demonstração nos tapetes. A atleta olímpica Joyce Silva ofereceu uma placa ao presidente da FILA.
 

Antiga casa do vôlei e atletas militares
Para o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman,presente na solenidade, retornar ao CEFAN é como voltar no tempo,“Este é um dia especialmente feliz para mim. Volto a essa casa para lembrar que o primeiro esporte a utilizar as dependências do CEFAN foi o voleibol, preparação que culminou com a conquista da medalha de prata olímpica em Los Angeles 1984. Aqui os atletas irão dispor de todo o apoio para treinar e se preparar para as competições. Parabéns à FILA pela ação de desenvolver as lutas associadas em todo o mundo e também no Brasil.”

Já o Comandante do CEFAN, Almirante Marco Antonio Guimarães, destacou a importância do convênio e lembrou que as lutas associadas colocam em disputa um grande número de medalhas olímpicas. “Com este centro já implantamos, inclusive, um núcleo militar da modalidade, cujos atletas serão preparados para os VI Jogos Mundiais Militares, em 2015, na Coreia do Sul, e para o Rio 2016. O CEFAN está de portas abertas para este esforço conjunto para 2016.”
 


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A seleção brasileira masculina de handebol, comandada pelo técnico espanhol Jordi Ribera, ficou em segundo lugar no Torneio Memorial Domingos Bárcenas, quadrangular preparatório para o Campeonato Mundial da Espanha.

A decisão foi no domingo, dia 6 de janeiro, justamente entre Brasil e Espanha, as duas equipes invictas até a última partida da competição, onde os donos da casa levaram a melhor e venceram por 31 a 22, com 20 a 11 no primeiro tempo, em partida disputada na Caja Mágica, na capital Madrid. O melhor brazuca do jogo foi o ponta Felipe Borges, com cinco gols.

Vice campeonato

O Brasil fez uma boa competição, com direito a goleada nas duas primeiras partidas. Contra o Japão, venceu por 42 a 24 (17 a 10), e na disputa com o Chile, por 38 a 21 (18 a 12). A forte equipe espanhola também veio de dois bons resultados - 40 a 17 contra os chilenos e 40 a 12 contra os japoneses.

Para Luiz Ricardo do Nascimento, o Rick, um dos goleiros brasileiros, o resultado na final poderia ser melhor, já que o time vêm crescendo dentro de quadra, "Tivemos uma boa atuação nas últimos jogos e conseguimos colocar em prática os fundamentos que o Jordi nos passou nos treinamentos. Um exemplo disso são os dois placares elásticos nas partidas contra o Japão e o Chile, além dos bons jogos contra a Coreia do Sul", afirma.

Mundial
O próximo compromisso dos brasileiros será o Mundial, onde jogará em Granollers, próximo a Barcelona, a primeira fase no grupo A, junto com Alemanha, Argentina, França, Montenegro e Tunísia. A estreia da equipe será no dia 12 contra os alemães, com transmissão do Canal Esporte Interativo.
 


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Brasileiros só venceram a Coreia do Sul no segundo tempo. Crédito: Divulgação
Brasileiros só venceram a Coreia do Sul no segundo tempo. Crédito: Divulgação
Depois de vencer a primeira partida do Desafio Internacional com a Coreia do Dul, a seleção brasileira masculina de Handebol realiza no inicio da noite desta sexta-feira 21 de dezembro, a partir das 19h no Ginásio poliesportivo Adib Moysés Dib, em São Bernardo do Campo.

Na primeira partida, brasileiros e sul-coreanos fizeram um jogo equilibrado, que passou empatado em 12 a 12 para o segundo tempo e só uma ligeira vantagem garantiu a vitória brasileira por 27 a 25 no final.

O técnico espanhol Jordi Ribera, comandamte brasileiro, analizou o desempenho da Seleção no jogo que serviu de teste para o Mundial, "no começo sentimos um pouco de dificuldade por ser o primeiro jogo desta fase. Tivemos alguns erros de arremesso e um pouco de falta de concentração, mas depois, pudemos aproveitar um pouco mais as situações de contra-ataques."

Ainda segundo Ribera, no segundo tempo a equipe melhorou em vários aspectos, "Entramos muito determinados, sérios e com vontade de vencer. Fizemos boas defesas e soubemos conter os ataques dos adversários que são muito rápidos. Foi uma boa partida."

O pivô Alexandro Pozzer, o Tchê, disse que foi um bom teste para a equipe nessa reta final de preparação para o Campeonato Mundial, "Começamos bem a partida, mas a Coreia do Sul é uma equipe muito difícil. Eles têm um estilo diferente de jogo e são muito rápidos. Conseguimos marcar bem. Fizemos tudo o que o técnico pediu e saímos com a vitória."



Mundial
Depois do segundo amistoso, nesta sexta-feira, a seleção brasileira será dispensada e retorna aos treinamentos no dia 26. No Mundial, o Brasil integra o grupo A, ao lado de França, Argentina, Tunísia, Montenegro, e Alemanha, que tem sede em Granollers. Já a Coreia do Sul faz parte do grupo C, junto com Polônia, Sérvia, Bielorrússia, Kasaquistão e Eslovênia.


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A seleção masculina de handebol está pronta para entrar em quadra pela última vez em 2012, mas já de olho no Campeonato Mundial, que será disputado em janeiro de 2013, na Espanha. Para isso, a equipe comandada pelo espanhol Jordi Ribera realiza em Desafio Internacional, dois amistosos com a Coreia do Sul nesta semana. Estes dois jogos são de grande importância como parte das atividades do grupo antes do Mundial, que tem início no dia 11 de janeiro. A Coréia, apesar de não integrar o mesmo grupo do Brasil no Mundial, é uma equipe de qualidade que irá contribuir para a preparação final da equipe, conforme explica Ribera, "A Coreia é uma Seleção muito boa, que tem uma defesa mais aberta do que a maioria, mas muito forte. É um time que tem como ponto alto a velocidade. Tenho certeza que serão jogos difíceis e muito importantes para a nossa preparação."

Ribera  acrescenta que boa parte da equipe Sul-Coreana foi renovada e somente alguns dos jogadores faziam parte do grupo no Mundial anterior, por isso, estes duelos servirão para que a Seleção Brasileira estude e conheça melhor os adversários, "Já vimos alguns vídeos sobre a Coreia, que serviram, principalmente, para estudarmos esta parte defensiva, mas nestes dois dias que antecedem os amistosos, vamos completar as informações". O treinador conta ainda que este período de treinamento tem sido bastante proveitoso para o grupo, "Temos treinado bem, apesar de ser o final de uma temporada longa e bastante cansativa para muitos. Por isso, temos feito os treinos procurando dar o devido descanso aos jogadores, para não sobrecarregá-los", comentou Jordi.

O Desafio Internacional
O primeiro confronto está marcado para a quarta-feira, dia 19 de dezembro, às 18h, no ginásio poliesportivo Adib Moysés Dib, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, com transmissão ao vivo do canal SporTV. As duas equipes retornam ao mesmo local para a segunda partida na sexta-feira, dia 21, às 19h. A Seleção Brasileira de Handebol Masculino está reunida desde o dia 11 e faz treinamentos diários no ginásio Marlene José Bento, em São Caetano do Sul. Depois da partida de sexta-feira, a equipe será liberada e deve retornar no dia 26 para a sequência dos treinamentos, antes do embarque para o Mundial. O Brasil integra o grupo A, ao lado de França, Argentina, Tunísia, Montenegro, e Alemanha, que tem sede em Granollers. Já a Coreia do Sul faz parte do grupo C, junto com Polônia, Sérvia, Bielorrússia, Kasaquistão e Eslovênia.
 

Brasileiros apostam em amistosoa na sua preparação do Mundial em janeiro, na Espanha. Crédito: Cinara Porto/CBHd/Divulgaçlão
 


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O Mundial em Piscina Curta de Istambul terminou no domingo, 16 de dezembro, encerrando o ano da natação brasileira e internacional. O país saiu da competição com 13 finais, onde conquistou uma medalha de ouro e uma de bronze, nove semifinais, três recordes de campeonato e um recorde sul-americano.

No último dia de provas, por pouco o Brasil não consegue o pódio do revezamento 4x100m medley masculino, sendo ultrpassado nos últimos 25 metros pela equipe australiana. Guilherme Guido abriu no costas (50s67), seguido por Felipe Lima (58s05), Kaio Márcio Almeida (49s86) e Guilherme Roth (47s15) somando 3m25s73. Tempo quase dois segundos melhor que o da eliminatória (3m27s49). O ouro no revezamento foi para os EUA de Ryan Lochte, que marcou 3m21s03, seguido por Rússia com 3m22s88, e Austrália com 3m24s77.

Outro que beliscou o pódio foi João Gomes Júnior, que, nos 50m peito fez 22s50, e ficou com o quarto lugar na prova. A prova foi vencida pelo norueguês Aleksander Hetland com 26s30, seguido pelo esloveno Damir Dugonjic (26s32)  e pelo francês Florent Manaudou (26s33).

Ouro
Nicholas Santos conquistou a medalha de ouro nos 50 m borboleta no sábado, 15 de dezembro, com o tempo de 22s22, quando melhorou em um centésimo o próprio recorde do Campeonato Mundial feito na fase semifinal, na noite de sexta-feira, dia 14. Com 22s26, chegou o sul-africano Chad Le Clos na segunda colocação e o americano Thomas Shields completou o pódio com 22s46.

Nicholas comemorou,”Agora posso dizer que sou campeão mundial. Uma competição como essa, estar nadando com essa série toda bem forte foi bem legal. O Le Clos chegou bem perto… No final vence quem consegue vencer essa pressão”. O ouro de Nicholas Santos foi a segunda medalha do Brasil na história da prova na competição, que antes tinha o bronze de Kaio Márcio com 23s06 na edição de Xangai, em 2006.

Despedidas
O Mundial de Piscina curta de Istambul também serviu de despedida para duas nadadoras brasileiras. Flávia Delaroli que encerra sua carreira e Fabíola Molina que não para definitivamente, mas disse que vai diminuir o ritmo e no momento priorizar outras áreas da vida.

Flávia, finalista nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004 nos 50m livre, em Istambul terminou em 8º lugar na final dos 50m livre, com 24s83. Após a prova, Flávia contou o que apreendeu e deixou uma mensagem para os novos atletas, comentando sobre os esforços da carreira de nadador, “Não é fácil. A matemática não fecha. Um mais um não é dois e nem tudo o que você põe você vai tirar de volta, mas o que você tira, se realmente souber valorizar, vale por tudo e tem peso de diamante.

E depois concluiu, "Espero que muitas pessoas se inspirem na minha história, na história dos meninos, nas medalhas e se dediquem. Porque além de ter a oportunidade de participar de uma coisa dessas, que é muito mágica, aprender a tirar essa força de você seja num campeonato regional ou mundial, é importante para qualquer coisa que você viver na vida. Então, vamos lá gente, vamos praticar esporte!”

Já Fabíola Molina nadou os 50m costas em 26s97, alcançando seu melhor tempo sem o uso dos trajes de natação e terminando em 7º lugar no Mundial. Fabiola tambem falou sobre seus planos, e que deve mudar de prioridade, “Fiquei muito feliz com o resultado, em estar nesta final. Esse é meu melhor tempo sem os trajes e é legal porque todo o meu foco foi para as Olimpíadas e eu não estava tão bem assim para nadar esse Mundial."

A nadadora continuou, comentando sobre a aposentadoria da colega, "A Flavinha (Flávia Delaroli) já anunciou que vai encerrar a carreira e eu ainda não anunciei ainda oficialmente isso porque eu vou continuar nadando enquanto não engravidar. Quero ter filhos, vou fazer 38 anos e tem uma hora que a mulher não pode mais esperar. Acho que é o momento de dar prioridade a outras coisas e continuo nadando e competindo, mas sem todo aquele peso de dar os resultados. É o momento de agradecer muito porque me sinto muito apoiada. Depois que o filho vier, vamos ver como vai ser.”

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O nadador brasileiro Guilherme Guido ganhou a medalha de bronze nos 100m costas e é o primeiro brasileiro a subir no pódio do Mundial em Piscina Curta de Istambul, na quinta-feira, ele fez 50s50 e chegou atrás apenas do americano Mathew Gravers (49s89) e do russo Stanislav Donets (49s91).

Aliviado após ter conseguido sua primeira medalha individual em um Mundial (ele tem o bronze pelo revezamento medley de Dubai 2010), Guido mais uma vez afirmou que o foco principal para esta competição foi a prova de 50m costas, que terá eliminatórias a partir das 6h da manhã (de Brasília) desta sexta-feira, 14 de dezembro.

Guido comentou após a prova, “Os 100m é a prova olímpica e é a distância que eu vou me dedicar neste ciclo olímpico, mas subir no pódio em um Mundial ao lado do campeão olímpico e competindo com tanta gente boa também é importante demais, bacana demais e não dá pra deixar passar essa chance. Essa é a hora em que tudo vale à pena, todo o esforço, sacrifício, tudo.”

Outros atletas
Larissa Oliveira (53s93) e Alessandra Marchioro (54s05) nadaram juntas a primeira semifinal dos 100m livre e terminaram, respectivamente, em 12º e 13º lugar. Alessandra sentiu os problemas com a respiração. Larissa também melhorou em relação à manhã (54s05). As nadadoras, ambas com 19 anos, estão em sua primeira participação num Mundial absoluto e já conseguiram figurar entre as 16 melhores da competição.

Nas demais provas, Daynara ficou na 16ª posição (26s40) na semifinal dos 50m borboleta e Felipe Lima virou em segundo nos 100m peito (26s80), mas não segurou o resultado na última perna da prova e terminou em oitavo (58s73). O revezamento 4x200m livre masculino de Fernando Santos, Vinícius Waked, Thiago Simon e Samuel Acioli foi desclassificado, pois Simon escapou em 04 centésimos.

Nicholas quebra recorde e chega à final
Já Nicholas Santos segue melhorando seu desempenho nos 50 m borboleta e é um dos favoritos ao ouro. Na manhã desta sexta, Nicholas igualou o recorde do campeonato, ao terminar a primeira eliminatória em 22s40. Nas semifinais da tarde, o brasileiro foi ainda mais rápido e cravou 22s23, recorde dos 50m borboleta no mundial. Este é o segundo melhor tempo do ano na prova, apenas 0s01 atrás do primeiro, que também pertence a Nicholas.

O líder do ranking mundial da prova terá como principais adversários pelo ouro, o francês Frédérick Bousquets que fez o tempo de 22s61, e o sul-africano Chad Le Clos, com 22s70. Outro brasileiro nas semifinais, Kaio Márcio conseguiu apenas o 11º tempo com 23s20 e não passou para a etapa decisiva.


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A natação brasileira desembarca esta semana em Guaratinguetá, a 175 km da capital paulista, onde serão disputados entre os dias  7 e 10 de outubro o 22º Troféu Daltely Guimarães/Brasileiro Sênior e o 8º Torneio Open de Natação, no Itaguará Country Club, que servirão como últimas seletivas para o 11º Mundial em Piscina Curta (25m) de Istambul/Turquia, agendado para os dias 12 a 16 de dezembro.

Daltely Guimarães
A cidade de Guaratinguetá e o Itaguará Country Club já receberam o Troféu Daltely e o Open de Natação em 2010, quanto o Esporte Clube Pinheiros conquistou os dois títulos. Este ano haverá mais de 300 nadadores representando 56 equipes.

O Pinheiros é o maior vencedor do Brasileiro Senior com seis conquistas, exatamente os últimos seis. Depois aparece a Unisanta com três títulos e em seguida Esportiva São José, Flamengo, Minas Tênis e Vasco ostentam dois cada um; e completando, Londrina Country Club, Português do Recife, Corinthians e Grêmio Náutico União, competem com uma taça cada.

Opem
Nas sete edições já realizadas do Open, o Pinheiros venceu as seis primeiras, mas perdeu a última, em 2011, para o Minas Tênis Clube.

O torneio também contará com os dez brasileiros que já conquistaram índices para o Mundial em provas individuais, com exceção de Cesar Cielo e Kaio Márcio, que não competirão em Guaratinguetá.

Atletas com índices em provas individuais para o Mundial:
Cesar Cielo Filho – 50m e 100m livre e 50m borboleta
Thiago Pereira – 100m, 200m e 400m medley, 200m borboleta
Kaio Márcio Almeida – 100m e 200m borboleta
Guilherme Guido – 50m e 100m costas
Daniel Orzechowski – 50m costas
Felipe França Silva – 50m e 100m peito
Felipe Lima – 100m peito
Etiene Medeiros – 50m costas
Henrique Rodrigues – 200m medley
Nicholas Santos – 50m borboleta

*O Brasil também tem índices para os revezamentos 4x100m livre F e M, 4x200m livre M e 4x100m medley M.



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Tupi: Escudo da Seleção Brasileira de Rugby. Crédito: CBRu
Tupi: Escudo da Seleção Brasileira de Rugby. Crédito: CBRu
No próximo sábado, 27 de outubro, a Seleção Masculina de Rúgbi inicia sua caminhada rumo à Copa do Mundo de Rúgbi, que será disputada na Inglaterra, em 2015. A primeira partida será contra o Paraguai, a partir das 13h30, no Estádio do Nacional FC, na Barra Funda, em São Paulo.
 
Disputar a competição é a grande meta da Confederação Brasileira de Rúgby (CBRu). Os tupis, nome que a seleleção brasileira da modalidde adotou, foram campeões do Sul-Americano "B", denominado Consur B, e se classificaram para as eliminatórias vencendo o time das Bermudas, campeão do grupo "B" da América do Norte e Caribe. Uma das atrações da partida será a exibição da Taça Webb Ellis, da Copa do Mundo.

Depois do Paraguai, a equipe nacional encara o Uruguai e o Chile, na elite da competição Sul-Americana, denominado Consur "A", que será realizado em Montevidéu, no Uruguai, em maio de 2013. A única equipe do continente classificada para a Copa de 2015 é a da Argentina. Caso os Tupis saiam vitoriosos dos dois confrontos, conquistando o vice-campeonato do Consur A, seguem para a próxima fase, a das Américas, que será disputada em 2014. Seguindo o caminho dessa eliminatória, o Brasil enfrenta o perdedor do campeonato de elite da América do Norte e Caribe. Se ganhar essa rodada, o Brasil carimba o passaporte para a Copa do Mundo de 2015.

Repescagem
Se perder, o Brasil ainda terá duas chances de se classificar para o evento. Nessa situação, os tupis terão que ganhar do segundo colocado das eliminatórias asiáticas e também do vencedor da repescagem entre África e Europa, para chegar à Inglaterra.

Parceria de longo prazo
A CBRu tem uma parceria com o Crusaders e a Federação de Canterbury, da Nova Zelândia, que vai gerenciar o programa de alto rendimento do Brasil até 2017, para ajudar a alavancar a modalidade no país. Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu, comenta, "Nossa meta de longo prazo é a classificação para a Copa do Mundo de 2019 no Japão, mas devemos acreditar na força e determinação de nossos atletas, bem como no trabalho técnico desenvolvido pela comissão neozelandesa. Cada partida é uma decisão de vida ou morte e assim o Brasil encarará cada desafio dessas eliminatórias."

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Categoria: Campeonato, Competição, Rugby.
Tags: Mundial.
Modalidade: Rugby

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As seleções do Brasil e do Japão foram as primeiras a desembarcar no Aeroporto Internacional de Salvador para a disputa do Campeonato Mundial por Equipes de Judô, que acontece neste fim de semana, dias 27 e 28 de outubro, na capital baiana em uma arena montada em frente ao Gran Hotel Stela Maris, com entrada franca.

Os japoneses já foram quatro vezes campeões do mundo no masculino e são bicampeões no feminino. O Brasil conquistou quatro pratas e um bronze na disputa entre os homens enquanto as mulheres buscam uma medalha inédita.
 
O japonês Masashi Nishiyama, terceiro colocado em Londres 2012, colocou a seleção nipônica como favorita para o título, “Fomos convocados logo após os Jogos e viajamos de muito longe para não querer menos do que a medalha de ouro. O Brasil é um rival forte, mas, vamos fazer o possível para vencer.”

Programação
Nosábado entram no tatame as mulheres, a partir das 9h. Além do Brasil, competem na modalidade feminina, Japão, China, Mongólia, Coréia, Rússia, França, Alemanha, Turquia, Cuba, México, Ucrânia, Estados Unidos, Argélia, Argentina e Grã Bretanha.

No domingo, também às 9h, será a vez dos homens entrarem em ação. O Brasil terá como adversários pelo ouro masculino Japão, Uzbequistão, Mongólia, Coréia, Geórgia, Rússia, Ucrânia, Cuba, França, Estados Unidos, Argélia, Argentina, Grã Bretanha, China e Venezuela.

Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos Londres 2012, o peso pesado Rafael Silva destacou Japão, Rússia e França como os principais adversários do Brasil no Mundial, “Vamos contar com o fator torcida, o que num evento por equipes faz muita diferença. Além disso, acho que estamos neste evento com uma equipe renovada e bastante forte.”

Judô por Equipes?
Tradicionalmente disputado no formato individual, o judô é transformado em esporte coletivo nas disputas por equipes. Das sete categorias olímpicas individuais, apenas cinco lutam neste modelo, já que não há as categorias ligeiro nem meio-pesado.

A cada rodada, todos os cinco pesos se enfrentam e a vitória vale um ponto. Não há empate (se o tempo regulamentar acabar empatado, há prorrogação com morte súbita “golden score” e, em seguida, decisão dos juízes).

O Mundial por Equipes foi criado em 1994 e teve a primeira edição em Paris, na França. A capital francesa também recebeu as edições 2006 e 2011. Os demais mundiais por equipe aconteceram em Osaka (JAP/1997), Minsk (BIE/1998), Basileia (SUI/2002), Pequim (CHN/2007), Tóquio (JAP/2008) e Antália (TUR/2010).

 

 

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Categoria: Campeonato Mundial, Competição, Judô.
Tags: Bahia, Mundial.
Modalidade: Judô

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Sorato instrui a equipe. Crédito/CBFs
Sorato instrui a equipe. Crédito/CBFs
A capital federal recebe a partir desta sexta-feira e até o domingo 7 de outubro o Circuito Sul-Americano,  último grande teste da Seleção Brasileira de Futsal antes de disputar a Copa do Mundo, em novembro, na Tailândia. A Seleção Brasileira ocorre estreia nesta sexta-feira 5 de outubro, às 19h, diante do Uruguai. O palco do confronto será o Ginásio do Sesc, em Ceilândia/DF. No Circuito Sul-Americano, os brasileiros enfrentarão o Uruguai, Chile e Argentina, equipes que participaram da Eliminatória continental, no mês de abril, em Gramado/RS. Para Sorato, técnico brasileiro, o confronto mais complicado deve ser o clássico diante dos argentinos, apesar de que eles estão em situação bastante parecida com a do Brasil.

O técnico analiza, "Não sei que Uruguai vai vir, um renovado ou o de sempre, pois eles devem aproveitar o torneio para renovar a seleção. O Chile está começando a trajetória no futsal e a Argentina vem com uma condição parecida com a nossa, contando apenas com jogadores nacionais que estão na pré-lista do Mundial. Com certeza a Argentina será um adversário difícil. Ainda tem o fato de que vamos nos enfrentar apenas no domingo, já desgastado."

Pré-lista
Para a competição, o técnico Marcos Sorato terá a oportunidade de testar algumas variações táticas com o grupo com um grupo de 13 jogadores presentes na pré-lista do Mundial. Dos convocados, apenas Dieguinho não aparece entre os 25 nomes que poderão defender o Brasil na Copa do Mundo. Mesmo assim, Sorato faz questão de elogiar o jovem pivô, "Só o Diego que não está na pré-lista do Mundial. Mesmo assim acompanho ele desde o Sub-20. Ele já é bastante presente nas convocações e com certeza é um pivô com futuro. Os outros 13 estão aqui, são da pré-lista, muitos vão estar no Mundial e brigam por essa condição", afirma Sorato.

O contato com os atletas serve para aprimorar o entrosamento, apesar de que a Seleção já se encontra em um período que requer cuidados extras, como aponta o treinador, "Por um lado é importante, por estar com eles. Mas também tem o lado do desgaste grande, de jogadores que estão vindo de uma temporada bastante carregada. Então, ao mesmo tempo que estamos juntos, não podemos fazer muita coisa, já que o desgaste físico é grande. Temos que pensar lá na frente e temos o Mundial."
 

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Categoria: Campeonato Sul-Americano, Futsal.
Tags: Brasília, CBFS, Mundial.
Modalidade: Futsal

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Detalhe da luta de RenanNunes. Crédito: Divulgação/CBJ
Detalhe da luta de RenanNunes. Crédito: Divulgação/CBJ
Renan Nunes, na categoria até 100kg, conquistou no último domingo, 30 de setembro, em Roma, a medalha de ouro na etapa italiana da Copa do Mundo de judô., evento que teve a participação da de 308 atletas de 25 países.

O brasileiro venceu na final por ippon, o sueco Martin Pacek, e garantiu 100 pontos no ranking mundial da Federação Internacional de Judô. Esta é a primeira medalha de ouro de Renan Nunes em uma etapa de Copa do Mundo.

David Moura também subiu ao pódio no peso pesado, ou acima de 100kg, pelo Brasil; mas foi superado na decisão pelo francês Jean-Sebastien Bonvoisin por ippon após uma imobilização. Com esses resultados o Brasil terminou na quinta colocação no quadro geral de medalhas do evento.


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