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Agora é oficial. Também conhecido como “Mão Santa”, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt tornou-se o terceiro brasileiro a entrar para o Hall da Fama do Naismith Memorial Basketball, principal premiação do basquete norte-americano.

O atleta brasileiro foi eleito na última sexta-feira 15 de fevereiro, sendo um dos poucos a entrar no seleto grupo sem nunca ter jogado na liga profissional norte-americana, a NBA.

Oscar, que  está ao lado de Ubiratan Maciel e Hortência Marcari como os únicos brasileiros com a honraria na categoria internacional, já faz parte do Hall da Fama da Federação Internacional de Basketball (FIBA).

Marcas

Oscar Schmidt defendeu a seleção brasileira em 326 partidas oficiais, de 1977 a 1996. Pela seleção, Oscar conquistou a medalha de bronze no Campeonato Mundial das Filipinas, em 1978, e a de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis, em 1987, quando a equipe nacional venceu os Estados Unidos na final.

Ele é o cestinha absoluto da história das Olimpíadas, com 1.093 pontos marcados em cinco edições.

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Categoria: Basquete, Homenagem.
Tags: Jogos Pan Americanos, Brasil, EUA.
Modalidade: Basquete

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Adriana conquista o ouro no PAN de Guadalajara. Crédito: CBAt/Wagner Carmo
Adriana conquista o ouro no PAN de Guadalajara. Crédito: CBAt/Wagner Carmo
Um mês depois de conseguir o índice olímpico para os Jogos de Londres/2012 e de bater o recorde sul-americano da maratona, Adriana Aparecida da Silva volta às competições. Ela viaja nesta quarta-feira à noite para Portugal, onde disputa no domingo 25 a 22ª Meia Maratona de Lisboa, considerada uma das mais rápidas da Europa, com percurso plano e destaque para a Ponte 25 de Abril, cartão-postal da capital lusitana, onde será dada a largada às 07:30 no horário de Brasília.

Além de Adriana e do técnico Cláudio Castilho, viajam nesta quarta para Portugal Sergio Celestino e Rafael Novais, vice-campeões sul-americano e brasileiro de cross country, respectivamente. Celestino corre em Lisboa como parte de sua preparação para a Maratona de Padova, na Itália, dia 22 de abril, quando tentará o índice olímpico (2:18:00).

Adriana

A atleta, que ganhou a medalha de ouro na maratona dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, logo na abertura do torneio de Atletismo com o tempo de 2:36:37, tem boa expectativa para a prova portuguesa, "A Meia Maratona de Lisboa faz parte de meu treinamento para a Olimpíada. Meu melhor resultado na distância é de 1:13:16 e tenho certeza que posso fazer pelo menos um minuto mais rápido."

Nascida na cidade paulista de Cruzeiro, no dia 22 de julho de 1981, a maratonista não ficou surpresa com o índice olímpico e o recorde sul-americano alcançados no dia 26 de fevereiro, quando terminou em 9º lugar na Maratona de Tóquio, com o tempo de 2:29:17. O índice exigido é de 2:30:07 e o recorde anterior era de Carmem de Oliveira, com 2:29:34, estabelecido em Nagoia, também no Japão, em 1996.

Fundista do Pinheiros/Asics, treinada por Cláudio Castilho, a maratonista conta que, "Desde o ano passado, sei que estou preparada para correr a maratona em menos de 2:30. Tentei no PAN, mas a altitude e o calor me atrapalharam. Agora, em Tóquio, tudo deu certo e consegui um bom resultado."

Entre recordistas

Adriana é líder do Ranking Nacional da maratona em 2010, com 2:32:30, e de 2011, com 2:33:48, Adriana é terceira brasileira a correr os 42,195 km em menos de 2:30. Antes, apenas Carmem de Oliveira e Marcia Narloch haviam obtido tal feito. Carmem tem 2:29:34, em Nagoia, e Marcia, 2:29:59, de Hamburgo-2003.

Carmem ainda tem a marca de 2:27:41, feita em Boston, em 1994, mas, por conta de um declive superior ao permitido, os recordes obtidos na prova não podem ser homologados, segundo a Confederação Sul-Americana de Atletismo.




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Javier Garcia Cuesta recomenda cuidado especial com a Suécia
Javier Garcia Cuesta recomenda cuidado especial com a Suécia
Os adversários da seleção masculina de handebol no torneio classificatório para os Jogos Olímpicos Londres 2012 já estão definidos.

Entre 6 e 8 de abril os brasileiros enfrentarão as seleções da Macedônia, da Hungria e da anfitriã Suécia, confrontos que saíram neste domingo, após a decisão do Campeonato Europeu.

As outras duas chaves da competição classificatória terão Espanha, Polônia, Sérvia (prata no Europeu) e Argélia, na casa dos espanhóis; e Islândia, Japão, China e Croácia (bronze no Europeu), com sede croata.

Os dois melhores de cada grupo garantem vaga nas Olimpíadas, jutando-se aos já classificados Grã-Bretanha (anfitrião), França (campeão mundial), Coreia (vencedor do pré-olímpico asiático), Argentina (ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara), Tunísia (campeão africano) e Dinamarca (ouro no Europeu).

Brasil

O Brasil ficou com a medalha de prata nos Jogos Pan-americanos Guadalajara 2011 e, por isso, disputará o pré-olímpico. O técnico da equipe, Javier Garcia Cuesta, avaliou qual adversário deve dar mais trabalho. "São três times muito fortes. Mas a Suécia vai jogar em casa e tem um elenco jovem. Então, pode ser o mais complicado para nós".

Preparação


A programação de treinos da seleção começará no dia 25 de fevereiro. "Estão previstas duas fases de concentração, uma no fim de fevereiro e outra em março, mais perto do pré-olímpico", adiantou Javier. "Vamos trabalhar para dar o nosso melhor, independentemente de quem esteja do outro lado", completou.

Olimpíadas

As disputas da Olímpicas da modalidade nos Jogos começam no dia 28 de julho e terminam em 12 de agosto.


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Ana Luiza já tem vaga nos Jogos Olímpicos
Ana Luiza já tem vaga nos Jogos Olímpicos
A atiradora brasileira Ana Luiza Ferrão, campeã pan-americana em Guadalajara 2011, conquistou a medalha de bronze no segundo Grand Prix da França 2012, na prova de pistola de 10m, disputada na cidade de Fleury les Aubrais na última sexta-feira, 20 de janeiro.

As francesas Celine Goverville e Sandrine Gobervillle ficaram com a medalha de ouro e a de prata, respectivamente. Ana Luiza já está classificada para os Jogos Olímpicos Londres 2012.


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Kennedy ao centro do combate: melhor árbitro de Guadalajara
Kennedy ao centro do combate: melhor árbitro de Guadalajara
Não foram apenas os atletas que se destacaram nos Jogos Pan Americanos de Guadalajara. No Boxe, por exemplo, além dos sete lutadores que conquistaram medalhas nos Jogos, o esporte encerrou sua participação com um motivo a mais para comemorar.

Trata-se árbitro paraense Jones Kennedy, representante brasileiro no corpo de arbitragem dos Jogos, que foi escolhido o melhor juiz e árbitro entre os quinze que atuaram em Guadalajara, sendo doze das Américas, e três árbitros neutros da Europa: Espanha, Irlanda e Escócia.

Baku

Esta é a segunda vez em 2011, que Jones se destacou no cenário mundial de arbitragem da modalidade. No Campeonato Mundial de Boxe Olímpico que foi realizado em Baku, no Azerbaijão, o brasileiro ficou entre os cinco melhores árbitros dos 42 que participaram do evento.

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Categoria: Arbitragem, Boxe.
Tags: Jogos Pan Americanos, CBBoxe.
Modalidade: Boxe

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Érica Sena: Recorde e comemoração descontraida na marcha atlética
Érica Sena: Recorde e comemoração descontraida na marcha atlética
Marcha Atlética tem poucos concorrentes, mas recorde da prova é quebrado nesta segunda

A marchadora Érica Sena, outra representante brasileira nos Jogos Pan-americanos Guadalajara 2011, conquistou a medalha de ouro dos 5000m da marcha atlética das Olimpíadas Universitárias, na manhã desta segunda-feira, dia 7 de novembro, disputada no Centro de Alto Rendimento (CEAR) de Campinas, a 100km de São Paulo. A pernambucana da Faculdade Maurício de Nassau (FMN-PE) venceu a prova com a marca de 23m10s59, novo recorde da competição.

O recorde anterior pertencia à própria atleta, que se sagrou tricampeã da prova nas Olimpíadas Universitárias. Como havia prometido aos amigos, ela comemorou o título com alguns passos de dança no pódio. "Eu havia prometido, caso vencesse a prova com recorde, que homenagearia os meus amigos da faculdade. Mas não é uma dança nada bonita. É bem brega mesmo", brincou a atleta de 26 anos.

Depois da decepção do Pan,  antes do recorde

Érica retornou recentemente do México, mas o resultado nos Jogos Pan-americanos acabou sendo frustrante. Ela estava perseguindo as favoritas atletas do país mexicano, ia fazer o melhor tempo da carreira, mas foi eliminada da competição.

"Eu estava super bem na prova. Até diminui o ritmo porque vi que estava alcançando as adversárias. Mas o critério dos árbitros na marcha é subjetivo e fui eliminada, assim como a maioria dos brasileiros. Pior que disputei competições no mundo inteiro, e foi a minha primeira desclassificação. Mas paciência", lamentou a marchadora.

Poucos adversários

Em Campinas, Érica correu, literalmente, contra o tempo. Ela tinha apenas uma adversária na prova (Elianay Santana, da UPIS-DF, ficou com a prata), e conseguiu o objetivo. No entanto, a pernambucana não escondeu a tristeza com a pequena quantidade de atletas na prova.

"É difícil encontrar jovens marchadores. Existe muito preconceito. Entre os homens o problema é ainda maior. Mas até eu sofro com as brincadeiras. Às vezes treino no parque lá em Camaragibe (cidade vizinha a capital Recife) e as pessoas ficam olhando, acham estranho. Criança então nem se fala. Não se aguenta e cai na gargalhada. Quando treino na rodovia é a mesma coisa. Passam buzinando, falam gracinhas... Mas eu me divirto com isso. Já estou acostumada. Só temo pelo futuro da modalidade no Brasil", disse Érica.

Outras provas


Nos 5000m rasos, David de Macedo, da Universidade Paulista (UNIP-SP) subiu no alto do pódio, ao encerrar a prova com o tempo de 14m48s65. Jormen Nascimento (UCB-DF) ficou com a prata e Kelvyn Martins (Fesurv-GO), com o bronze. Já no salto em altura, o vencedor foi Harllon Jeckson de Almeida (UCB-DF), com a marca de 2,03m. Jonathas Brito (FMN-PE) levou a prata e dois atletas ficaram empatados em terceiro lugar: José André Pires (FMN-PE) e Edimar Brazzo (Unoesc-SC).


Rosangela Santos confirma favoritismo no domingo


Na manhã do último domingo, dia 6de novembro, a detentora de duas medalhas douradas nos Jogos Pan-americanos Guadalajara 2011, no México, a velocista Rosângela Santos, de 20 anos, confirmou seu favoritismo e conquistou mais um título na sua carreira.Dessa vez Rosângela garantiu o triunfo na prova dos 100m rasos das Olimpíadas Universitárias, que está sendo realizado no Centro Esportivo de Alto Rendimento (CEAR), em Campinas.

A velocista brasileira comentou, "Esse título é importante para mim e principalmente para a minha faculdade, já que ela me dá bolsa para poder estudar e ter um curso superior. Fico feliz pela medalha, já que essa é a terceira vez que disputo os 100m rasos e nunca havia vencido."

Estudante de Educação Física da Universidade Castelo Branco (UCB-RJ), Rosângela Santos chegou como grande favorita à final e venceu com o tempo de 11s71, conquistando seu segundo ouro na história das Olimpíadas Universitárias, já que em 2010, em Blumenau (SC), havia vencido a prova dos 200m rasos. Em segundo lugar ficou a piauiense Fernanda da Silva (Aliança-PI), com 11s83, seguida da alagoana Bruna Farias (Cesmac-AL), com 12s05.

A medalhista pan-americana ainda fez uma observação sobre o calendário da prova, "Seria bom para nós atletas de alto rendimento que as Olimpíadas Universitárias fossem realizadas mais no início do ano. Como é no final, vários competidores já estão bastante desgastados. Com isso, não conseguimos fazer bons tempos."

No Masculino

Se por um lado uma atleta conhecida ganhou a prova dos 100m rasos no feminino, no masculino, Ademir Gomes Júnior da Universidade Salgado de Oliveira (RJ) garantiu a medalha de ouro e o título de o homem mais rápido no atletismo JUBs 2011, com o tempo 10s47, "Fico feliz pela vitória, isso é sinal que eu venho fazendo um bom trabalho, treinamento bastante. Vim para competir e tentar vencer, ainda bem que consegui", comentou Ademir.

1500m rasos e outras provas

Quem também se destacou na manhã de domingo, foi a gaúcha Sabine Heitling da Universidade de Santa Cruz do Sul (RS), que garantiu sua segunda medalha no JUBs 2011, dessa vez na prova dos 1500m rasos, com o tempo de 4m22s09. A marca é novo recorde da modalidade superando os 4m24s7 que também era seu, estabelecido em 2007, em Blumenau (SC).

Nos 1500m rasos masculino a vitória foi do brasiliense Luis Felipe Barbosa ((UCB-DF), com o tempo de 3m56s30. Em segundo lugar chegou o goiano Kelvyn Martins (Fesurv-GO), com 3m58s64. A terceira posição foi do paulista Valdison Silva (UNIP-SP), com 4m01s91. No lançamento do dardo feminino a catarinense Lilian Seibert (UNIASSELVI-SC) garantiu a primeira colocação com a marca de 49,86m. A pernambucana Maria Conceição da Silva (FMN-PE) terminou em segundo com 45,92m, seguida da cearense Edjane da Silva (Unifor-CE), com 39,38m.

Lançamento de martelo feminino e Salto triplo

No lançamento do martelo feminino a medalha de ouro ficou com a gaúcha Josiane dos Santos (IESJT-RS), com 49,80m. A prata foi para a paulista Mariana Marcelino (UNI Sant'anna-SP), com 49,45m. E a gaúcha Sandra Leonhardt (Feevale-RS) garantiu o bronze com a marca de 46,25m.

No salto triplo feminino o primeiro lugar foi da catarinense Iara Crepaldi (UNESC-SC), com 12,11m; seguida da cearense Maria Neidiane Herculano (UNIFOR-CE), com 11,79m e da pernambucana Cláudia Teles (FMN-CE), com 11,51m.


No sábado, Judo teve estreia de Veterana dos tatames na compertição universitária: Edinanci Silva


Bicampeã dos Jogos Pan-Americanos, com e com quatro edições dos Jogos Olímpicos, a judoca paraibana Edinanci Silva fez sua estreia nas Olimpíadas Universitárias JUBs 2011 no último sábado, dia 5 de novembro. Acostumada a lutar na categoria meio-pesado (-78kg), a atleta conquistou a medalha de ouro na categoria pesado (+de 78kg), na competição disputada no Ginásio Municipal Rogê Ferreira.

Aos 35 anos, Edinanci venceu Mayara Kaori (PUC-PR) na estreia com um ippon, aos 30 segundos de luta. Na semifinal, derrotou a gaúcha Rafaela Nitz, da Universidade Celso Lisboa (RJ), também por ippon, desta vez com 2min11s de combate. Na disputa pela medalha de ouro, a judoca paraibana derrotou a catarinense Luciana Mazaretto, da UNOESC (SC), com três yukos contra um da sua adversária.

Realização

Atleta da Universidade Paulista (UNIP-SP), a judoca saiu satisfeita com seu desempenho. "O condicionamento físico não é o mesmo, mas disputar as Olimpíadas Universitárias é mais um sonho que estou realizando. Desde 2008 eu não lutava, não treinava como um atleta de alto rendimento. Senti muita dificuldade, principalmente na última luta, mas foi ótimo. Bem melhor do que eu esperava", disse a atleta, medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo 2003 e Rio 2007, bronze em Winnipeg 1999 e com participação nos Jogos Olímpicos de 1996 a 2008.

Edinanci comemora a nova fase na carreira: a de estudante e atleta universitária. "Voltei aos estudos agora e realmente estou sentindo na pele a dificuldade que é estudar e ser atleta ao mesmo tempo. Apesar da concentração e do foco na luta e no tatame, o pessoal está preocupado também com as provas, com os trabalhos. A interação é outra, há uma troca de experiência. Estou adorando e espero que esta seja a primeira de muitas outras Olimpíadas Universitárias", destacou.

Caloura do curso de Educação Física, Edinanci quer aproveitar ao máximo a passagem pela universidade. "Meu projeto principal é terminar o curso. Quero aproveitar 100% esta oportunidade de cursar uma faculdade e me formar. Vou continuar treinando, representando a UNIP", explicou.

Rafaela Nitz comenta como é enfrentar um idolo

Uma das três atletas derrotadas pela experiente judoca, a gaúcha Rafaela Nitz, que caiu na semifinal, mas depois se recuperou e conquistou a medalha de bronze da competição, enfrentou sua ídolo pela primeira vez. Apesar do resultado, ela garante que nunca vai esquecer esse momento, "Fiquei triste com a derrota porque treinei muito para essa competição e para lutar contra ela, mas acontece. A luta estava parelha, dava para vencer", lamentou a jovem promessa do judô nacional.

"Ela é um espelho de toda a nossa geração. Abriu muitas portas para o judô feminino. Em 2009, a Edinanci indicou em uma entrevista três atletas como sua substituta e, além da Mayra Aguiar, me incluiu entre esses três nomes. Eu nem sabia que ela me conhecia. Fiquei super honrada", disse a judoca gaúcha, que mora no Rio de Janeiro e foi contratada pela parceria Flamengo/Universidade Celso Lisboa. "O clube paga moradia e salário, enquanto a universidade me dá bolsa".

Meio Pesado

Na categoria meio-pesado, a judoca Luciana Mazetto (UNOESC-SC) venceu Beatriz de Nazareth (Universo-RJ) e conquistou o tricampeonato das Olimpíadas Universitárias.


Olimpíadas Universitárias JUBs 2011


As Olimpíadas Universitárias JUBs 2011 são uma realização do COB em parceria com a Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU) e o Ministério do Esporte, tendo apoio da Prefeitura Municipal de Campinas e da Federação Universitária Paulista de Esportes (FUPE).



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Solonei Rocha da Silva vence maratona masculina
Solonei Rocha da Silva vence maratona masculina
A vitória de Solonei Rocha da Silva na maratona masculina, última prova dos Jogos Pan Americanos de 2011, disputados na cidade mexicana de Guadalajara, fez o Atletismo brasileiro superar mais um recorde. É que o ouro de Solonei foi a 10ª medalha de ouro da Seleção Brasileira de Atletismo em uma única edição do PAN, superando os nove títulos, de quatro anos atrás, nos Jogos de 2007, no Rio de Janeiro.

Houve recorde também no número medalhas de prata, seis em Guadalajara contra cinco do Rio, embora em 2007 houve mais bronzes, 9 contra 7. Agora, na história de 60 anos e 16 edições do PAN, o Atletismo nacional soma 160 medalhas, ganhas de Buenos Aires 1951 a Guadalajara 2011: 56 de ouro, 45 de prata e 59 de bronze.

Em Guadalajara, o Brasil manteve a hegemonia em provas como o 4x100 m e a maratona, no masculino. Houve ainda a consagração de nomes como Marilson dos Santos e Maurren Maggi, única mulher tricampeã dos Jogos. E a conquista do título por atletas da jovem geração, como Rosângela Santos e Ana Cláudia Lemos. E além dos ganhadores das 23 medalhas, em outras 20 provas os brasileiros ficaram entre os oito primeiros.

O presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, Roberto Gesta de Melo, lembrou que a equipe brasileira de atletismo cresceu em resultados, embora fosse numericamente bem menor, que há quatro anos. "No Rio, como sede, tivemos equipe completa. Aqui, o número de atletas foi menor, vieram apenas os que conseguiram os índices altamente competitivos, estabelecidos pela Confederação", lembrou. "E mesmo assim conseguimos novamente o 2º lugar no quadro de medalhas do Atletismo, atrás apenas de Cuba, e à frente da maior potência atlética do planeta, os Estados Unidos. Outro dado importante: o Atletismo foi o único esporte em que nada menos que 20 países colocaram atletas no pódio em Guadalajara, sendo que 11 fizeram campeões. E sete países alcançaram mais que um ouro. É um caso único", completou.

Maratonistas de ouro

Com o título de Solonei, o Atletismo brasileiro fechou, assim, com ouro sua participação em Guadalajara. Aliás, a campanha começara também com ouro, ganho por Adriana Aparecida da Silva na maratona feminina, na rodada de abertura do torneio, no último dia 23.

Gesta comemorou a vitória de Solonei e os números do Atletismo no PAN 2011. "O Solonei ajudou o Brasil a superar mais um recorde, pois o Atletismo chegou a 10 medalhas de ouro, sua maior conquista em uma única edição do PAN. No Rio, em 2007, já havíamos conseguido 9 medalhas, agora voltamos o superar o recorde", disse Gesta. "Vitórias como a do Solonei mostram a essência do Atletismo. É um atleta que vem das camadas mais humildes da população brasileira. Isto nos orgulha e demonstra, mais uma vez, que no Atletismo um atleta pode alcançar a inclusão, sem importar sua condição social, tipo físico ou origem geográfica", afirmou o dirigente.

PÓDIO BRASILEIRO NO ATLETISMO - PAN 2011 – GUADALAJARA

Medalhas de Ouro
Adriana Aparecida da Silva - maratona
Rosângela Santos - 100 m
Leandro Prates - 1.500 m
Maurren Maggi - salto em distância
Lucimara Silvestre - heptatlo
Marilson Gomes dos Santos - 10.000 m
Ana Cláudia Lemos - 200 m
4x100 m feminino - Ana Cláudia/Vanda Gomes/Franciela Krasucki/Rosângela Santos
4x100 m masculino - Ailson Feitosa/Nilson André/Sandro Viana/Bruno Lins
Solonei Rocha da Silva - maratona

Medalhas de Prata
Cruz Nonata -5000 m/10.000 m
Fabiana Murer - salto com vara
Kleberson Davide - 800 m
Hudson de Souza - 3.000 m com obstáculos
4x400 m feminino - Geisa Coutinho/Joelma Neves/Bárbara de Oliveira/Jailma Lima

Medalhas de Bronze
Ronald Julião - lançamento do disco
Joilson Bernardo da Silva - 5.000 m
Geisa Coutinho - 400 m
Giovani dos Santos - 10.000 m
Jefferson Sabino - salto triplo
Bruno Lins - 200 m
Sabine Heitling - 3.000 m com obstáculos




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Cielo: Medalhas de ouro e recordes
Cielo: Medalhas de ouro e recordes
Se fosse um país, os atletas dos esportes aquáticos deixariam  a CBDA em 9ª no quadro geral de medalhas, entre os “Top 10″ dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, encerrados no último domingo, 30/10.

Foram 30 pódios para os esportes aquáticos do Brasil, sendo 10 medalhas de ouro, 9 de prata e 11 de bronze. Comparada a performance do Rio 2007, em Guadalajara houve uma melhora, embora tenha obtido mesmo número total, com 8 medalhas de prata  contra as 6 de 2007. O time da CBDA ainda obteve quatro dos 16 recordes pan-americanos. Além de aumentar o número de conquistas de atletas consagrados, a competição também revelou novos nomes para o país observar e admirar.

Coaracy Nunes Filho, o presidente da CBDA, comentou, “Os esportes aquáticos tem muito orgulho da contribuição que dão para o esporte brasileiro. Temos bons resultados porque trabalhamos muito e em parceria com muita gente, com todas as Federações, clubes e, principalmente, com o Comitê Olímpico Brasileiro. Temos patrocinadores fortes, parceiros de todas as horas e que tornam viáveis nossos projetos em prol dos atletas. Agradeço de coração aos Correios, há 20 anos conosco; ao Bradesco, Speedo e a Sadia, novo apoiador que tenho certeza que veio para ficar.”

Problemas

O fato de ser a primeira edição da competição após a realização em casa, problemas com a organização e a altitude dos locais das provas foram obstáculos ultrapassados pela delegação como um todo. Para a natação, ainda aconteceram dois cortes de atletas, eliminatórias disputadas na altitude em provas longas como 800m e 1500m livre e a retirada da parte de trás do bloco de partida.

Destaques

Além de apostas certas, como Thiago Pereira , que tornou-se o maior medalhista de ouro do país na história dos Jogos e Cesar Cielo, um dos grandes nomes natação mundial; brilharam outros nadadores brasileiros como Felipe França, Bruno Fratus, Leonardo de Deus, Joanna Maranhão, Daynara de Paula, Gracielle Herman e vários outros. Sendo que metade do time de nadadores brasileiros em Guadalajara estava em sua primeira experiência em Jogos Pan-Americanos.

Preparação em La Loma


O supervisor técnico, Ricardo de Moura analiza positivamente a atuação brasileira, mas é critico em relação aos organizadores de Guadalajara,  “O resultado foi bom porque fizemos uma excelente aclimatação no centro de La Loma, tivemos uma estrutura muito boa oferecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro e porque a equipe estava muito concentrada e profissional. Não tivemos nenhum problema disciplinar. Todos foram conscientizados das dificuldades que encontraríamos e se prepararam. Tecnicamente a organização dos eventos de natação foi um caos. Todos os dias aconteciam problemas sérios que iam desde o transporte até a cronometragem, passando pela comida. A retirada da parte de trás do bloco interferiu nos tempos, principalmente nas provas de velocidade. E quando estamos lutando por cada centésimo, isso faz uma diferença brutal. Em função do resultado nos Jogos de Guadalajara já modificamos várias coisas na preparação visando os Jogos Olímpicos de Londres. Todos os que obtiveram medalhas em provas individuais terão programas especiais de preparação.”

Esportes Coletivos

Com equipes renovadas no nado sincronizado e polo aquático, também representaram bem o Brasil. O nado manteve suas duas medalhas de bronze competindo em confronto direto com as donas casa e com um time muito diverso do que o que disputou o Pan do Rio. Embora Lara Teixeira e Nayara Figueira estivessem na equipe, apenas Lara fazia parte do dueto. Além das duas, as únicas que também competiram em 2007 eram Giovana Stephan e Pâmela Nogueira. Esta última foi reserva da equipe no Rio de Janeiro.

O polo aquático também passou pelo mesmo processo de entrada de novos nomes. Em 2007, as meninas não subiram ao pódio, mas já conquistaram o bronze no México. E no masculino o Brasil foi prata no Rio de Janeiro e conquistou o bronze em Guadalajara com um time jovem e onde apenas dois atletas estiveram na edição anterior (Gabriel Reys e o goleiro Luiz Antônio). Já os Estados Unidos entraram com sua equipe mais experiente, com nove jogadores que também competiram em 2007 e o Canadá, com quatro em sua segunda experiência em Pans.

Saltos Ornamentais

Os saltos ornamentais tiveram um bronze com Cesar Castro, finalista mundial por duas ocasiões. No time, os experientes Juliana Veloso e Hugo Parisi, mas também novas apostas como Ian Matos, Ruy Marinho, Bruna Brunett, Natali Cruz e Andressa Mendes. Esta última de apenas 14 anos e que já alcançou o 5º lugar na prova de plataforma.

O Pan Americano é uma competição forte para os saltos. México, Estados Unidos, Cuba e Canadá estão entre as potências do mundo neste esporte e levam seus principais atletas. Realmente a Andressa é um diamante a ser lapidado – disse Alice Kohler, supervisora de Saltos na CBDA.

Maratona Aquática

A maratona aquática, disputada em uma única prova de 10 quilômetros que é a distância olímpica, repetiu a prata de Poliana Okimoto, teve Ana Marcela em quinto, Allan do Carmo em 7º e Samuel de Bona em 12º lugar. Em 2007, além do vice-campeonato de Poliana, Allan do Carmo ficara com o bronze.
A supervisora Christiane Fanzeres analiza, “ As maratonistas brasileiras estão entre as melhores do mundo. Hoje temos um pelotão de atletas que se revezam nas cinco primeiras posições das principais competições com uma diferença muito pequena de tempo e nós estamos entre elas. Tudo é muito novo nas maratonas. O esporte foi aceito no programa das Olimpíadas em 2005 e desde então o Brasil fez as apostas certas. Em agosto de 2012 a FINA realizará pela primeira vez um Mundial Júnior específico para este esporte. A partir de agora poderemos fazer atletas orientados para as maratonas desde a base, pois antes ficávamos muito dependentes de nadadores vindos das piscinas.”


Balanço da Natação no Pan:


Natação

Medalhas de Ouro(10)

Thiago Pereira – 200m medley M – 1m58s07
Thiago Pereira – 400m medley M – 4m16s68
Thiago Pereira – 100m costas M – 54s56
Thiago Pereira – 200m costas M – 1m57s19
Cesar Cielo – 50m livre M – 21s58
Cesar Cielo – 100m livre M – 47s84
Felipe França – 100m peito M – 1m00s34
Leonardo de Deus – 200m borboleta M – 1m57s92
4x100m livre M (Bruno Fratus, Nicholas Santos, Cesar Cielo e Nicolas Oliveira / nas eliminatórias, nadaram Gabriel Mangabeira, Henrique Rodrigues e Thiago Pereira nas vagas de Fratus, Nilo e Cielo) – 3m14s65
4x100m medley M (Guilherme Guido, Felipe França, Gabriel Mangabeira e Cesar Cielo/ nas eliminatórias nadaram Thiago Pereira, Felipe Lima, Kaio Márcio e Bruno Fratus) – 3m34s58

Medalhas de Prata(8)
Bruno Fratus – 50m livre M – 22s05
Gracielle Herman – 50m livre F – 25s28
Felipe Lima – 100m peito M – 1m00s99
Daynara de Paula – 100m borboleta F – 59s30
Joanna Maranhão – 400m medley F – 4m46s33
4x100m livre F – Brasil (Michelle Lenhardt, Tatiana Lemos, Flavia Delaroli e Daynara de Paula / nas eliminatórias, nadou Gracielle Herman no lugar de Daynara) – 3m44s62
4x200m livre F (Jessica Cavalheiro, Joanna Maranhão, Manuella Lyrio e Tatiana Lemos / nas eliminatórias nadaram Larissa Cieslak, Thamy Ventorin, Sarah Correa e Gabriela Rocha) – 8m09s89
4x200m livre M (André Schultz, Nicolas Oliveira, Leonardo de Deus e Thiago Pereira / nas eliminatórias nadaram Giuliano Rocco, Lucas Kanieski e Diogo Yabe nas vagas de Schultz, Nilo e Thiago) – 7m21s96

Medalhas de Bronze (6)
Kaio Márcio – 200m borboleta – 1m58s78
Guilherme Guido – 100m costas M – 54s81
Joanna Maranhão – 200m medley F – 2m15s08
Thiago Pereira – 200m peito M – 2m13s58
Henrique Rodrigues – 200m medley M – 2m03s41
4x100m medley F (Fabíola Molina, Tatiane Sakemi, Daynara de Paula e Tatiana Lemos – 4m07s12

Recordes

Além das 24 medalhas, a natação brasileira se despede de Guadalajara com quatro dos 16 recordes pan-americanos quebrados na competição, três deles de Cesar Cielo, que ainda manteve o domínio na natação masculina nos 50m livre com cinco vitórias consecutivas, do 4x100m livre e 200m costas (quatro títulos seguidos, cada um), fora os bicampeonatos nos 200m e 400m medley, e nos 200m borboleta.

  • Nas finais dos 50m livre (21s58)
  • Nos 100m livre (47s84)
  • No revezamento 4x100m livre, ao lado de Bruno Fratus, Nicolas Oliveira e Nicholas Santos (3m14s65).
  • O último recorde foi de Thiago Pereira nos 200m costas (1m57s19).


Outros resultados:
4º Joanna Maranhão – 200m borboleta F – 2m14s63
4º Fabíola Molina – 100m costas F – 1m02s04
4º Joanna Maranhão – 400m livre F – 4m13s71
5º Tales Cerdeira – 200m peito M – 2m17s84
5º Lucas Kanieski – 1500m livre M – 15m31s23
5º Lucas Kanieski – 400m livre M – 3m56s26
5º Leonardo Costas – 200m costas M – 2m03s28
6º Gabriel Mangabeira – 100m borboleta M – 53s24
6º Tatiane Sakemi – 100m peito F – 1m11s46
6ª Flavia Delaroli – 50m livre F – 25s94
6º Jessica Cavalheiro – 200m livre F – 2m04s13
7º Tatiana Lemos – 100m livre F -  56s36
7º André Schultz – 200m livre M – 1m50s04
7º Tatiana Lemos – 200m livre F – 2m04s20
7º Diogo Yabe – 400m medley M – 4m35s66
8ª Fernanda Alvarenga – 200m costas F – 2m22s77
8º Kaio Márcio – 100m borboleta M – 53s62
10º Giuliano Rocco – 400m livre M – 4m00s61
10ª Daiene Dias – 200m borboleta F – 2m19s23
11ª Michele Schmidt – 200m peito F – 2m39s22
12ª Thamy Ventorin – 200m peito F – 2m41s86
12ª Gabriela Rocha – 800m livre F – 9m13s64
13º Larissa Cieslak – 200m medley F  – 2m15s08
12º Larissa Cieslak – 400m medley F – 5m12s83
12º Etiene Medeiros – 100m costas F – 1m04s85
13º Luis Rogério Arapiraca – 1500m livre M – 16m28s19
13º Larissa Cieslak – 200m medley F – 2m15s08
15ª Sarah Correa – 800m livre F – 9m27s34
15º Manuella Lyrio- 400m livre F – 4m29s93
16º Carolina Mussi – 100m peito F – 1m15s63


Maratonas Aquáticas
PRATA (1)
Poliana Okimoto – 10km F – 2h05min51s4

Outros resultados:
5º Ana Marcela Cunha – 10km F – 2h05min55s2
7º Allan do Carmo – 10km M – 1h58min37s3
12º Samuel de Bona – 10km M – 2h08min28s5


Nado Sincronizado
BRONZES (2)

Dueto = Nayara Figueira e Lara Teixeira – 177,413
Equipe = Brasil (Joseane Costa, Nayara Figueira, Jessica Gonçalves, Lorena Molinos, Pamela Nogueira, Maria Eduarda Pereira, Giovana Stephan, Lara Teixeira e Maria Bruno) – 176,425


Polo Aquatico
BRONZE (2)

Feminino
Tess Oliveira / Cecília” Canetti / Marina Zablith / Marina Canetti / Catherine Amanda Oliveira / Izabella Chiappini / Cris Beer / Luiza Carvalho /  Fernanda Palma /  Gabriela Leme Gozani /  Mirella Coutinho /  Gabriela Mantellato Dias /  Manuela Canetti
Campanha: 5 jogos (3 vitórias e 2 derrotas)

Masculino
Luis Maurício dos Santos / Emílio Vieira / Henrique Moniz Carvalho / João Felipe Coelho / Marcelo Franco / Gabriel Reis Rocha / Jonas Crivella  / Felipe dos Santos / Bernardo Reis Rocha / Rudá Franco / Gustavo Guimarães / Danilo Correa / Marcelo Chagas
Campanha: 5 jogos (3 vitórias e 2 derrotas)


Saltos Ornamentais
BRONZE (1)
Cesar Castro – Trampolim de 3 metros M – 462,15 pontos

Outros resultados:
4º Trampolim de 3 metros sincronizado M (Cesar Castro e Ian Matos) – 377,79
5ª Andressa Mendes – plataforma F – 279,95
6º Hugo Parisi – Plataforma M – 451,45
6º Juliana Veloso – Trampolim de 3m F – 327,70
6ª Plataforma sincronizada F (Natali Cruz e Andressa Mendes) – 226,71
6º Plataforma sincronizada M (Hugo Parisi e Rui Marinho) – 373.65
6º Trampolim 3m sincronizado F (Andressa Mendes e Natali Cruz) – 202,32
11º Rui Marinho – Plataforma M – 315,85
12ª Natali Cruz – plataforma F – 219,00
14ª Bruna Brunnett Mangueira – Trampolim 3m F – 181,05

 


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A seleção brasileira masculina de rugby sevens(de sete)
A seleção brasileira masculina de rugby sevens(de sete)
A seleção brasileira masculina de rugby sevens terminou os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, México, na sétima posição. No domingo 30 de outubro, a equipe nacional perdeu os dois jogos na fase eliminatória, contra Uruguai e Chile, mas na disputa pelo sétimo lugar diante da Guiana, os brasileiros venceram por 26 a 7.

O Canadá levou a medalha de ouro vencendo a Argentina (26 x 24). Em terceiro ficaram os EUA, que tiraram o bronze do Uruguai.

O presidente da Confederação Brasileira de Rugby, Sami Arap Sobrinho, ressalta ainda que disputar os Jogos Pan-Americanos mostrou que o Brasil tem qualidade e pode chegar longe, "Estamos entre as oito melhores equipes de um total de 22 nas Américas (oito no Consur e 14 no Nacra). Essa geração é vencedora, deve ser tratada com respeito, como exemplo de que tudo é possível de se alcançar", afirmou o presidente da CBRu.

A campanha brasileira

Nas quartas-de-final, o Brasil tinha a chance de avançar, mas os uruguaios, com mais experiência em sevens, sustentaram uma vitória magra de 7 x 0. Já na partida que valia quinto lugar, a equipe verde e amarela começou novamente bem contra os chilenos, adversários, mas acabou sofrendo uma virada (19 a 14). Com esses resultados, o time pegou a Guiana e se despediu do México com uma vitória de 26 x 7. Foram duas vitórias (Chile e Guiana), três derrotas (Canadá, Uruguai e Chile) e um empate (EUA) no Pan.

Felipe Claro, o Alemão comentou o desempenho brasileiro, "Poderíamos ter feito melhor, mas, apesar do resultado, estamos bem. Sabemos que esse aprendizado será de muito valor para as próximas gerações", comentou Daniel Gregg. "Infelizmente perdemos dois jogos importantes neste domingo. Porém, jogar pelo seu País é um privilégio e a experiência é única", finalizou.

A seleção retorna para o Brasil já na segunda-feira 31 de outubro.


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Categoria: CBRu, Rugby.
Tags: Jogos Pan Americanos.
Modalidade: Rugby

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Irmãos Hypólyto ajudam brasil a elevar contagem de medalhas
Irmãos Hypólyto ajudam brasil a elevar contagem de medalhas

Diego Hypólito conquistou sua terceira medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos Guadalajara 2011, nesta sexta-feira, 28, no Complexo de Ginástica.

Diego

Depois de subir ao lugar mais alto do pódio na disputa por equipes masculinas e no individual do solo, Diego voltou a brilhar nas finais individuais do salto sobre o cavalo.

O brasileiro fechou a disputa com 15.875 pontos, após seus dois saltos. O chileno Enrique Tomás González ficou com a prata, com 15.587, enquanto o canadense Hugj Smith conquistou o bronze, com 15.575.

Daniele


Daniele Hypólito por sua vez faturou a medalha de bronze na trave de equilíbrio, fazendo 13.750 pontos. O ouro foi para Ana Sofia Gomez, da Guatemala, que marcou 14.175 pontos; e a prata ficou com Kristina Vaculik, do Canadá, com 13.925.





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Ana Claudia Lemos no pódio
Ana Claudia Lemos no pódio
Correndo no Estádio Telmex, A cearense Ana Claudia Lemos conquistou a medalha de ouro nos 200 m dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México. Ana Claudia fez a distância em 22.76 e tornou-se a primeira brasileira a ganhar a medalha de ouro na prova, seguida pela jamaicana Simone Facey, medalha de prata com 22.86. A dominicana Mariely Sanchez ganhou o bronze, com 23.02.

16 medalhas

Com cinco rodadas do torneio realizadas, o atletismo brasileiro conquistou até o momento 16 medalhas nesta edição do PAN, seis delas, na última quinta, sendo duas de ouro, com Marilson dos Santos nos 10.000 m e com Ana Claudia Lemos nos 200 m. Também foi ganha uma de prata, com Cruz Nonata, nos 5.000 m e três de bronze,  com Giovani dos Santos nos 10.000 m; Jefferson Sabino no salto triplo e Bruno Lins nos 200 m.

Bruno chegou a liderar a final dos 200 m mas superado pelo cubano Roberto Skyers, que fez a prova em 20.37 e ganhou ouro, e pelo jamaicano Lanford Spence, prata com 20.38, apenas um centésimo atrás do campeão. Bruno, atleta treinado por Eliseu Sena, garantiu o 3º lugar com 20.45. O outro brasileiro na prova, Sandro Viana, foi o 7º, com 20.94.

Outros resultados

O brasileiro Mahau Suguimati foi o 5º na final dos 400 m com barreiras, com 49.61. O pódio: 1º Omar Cisneros (CUB) 47.99 - Recorde do PAN, 2º Isa Phillips (JAM) 48.82, 3º Felix Sanchez (DOM) 48.85.

Laila Ferrer foi a 15ª no lançamento do dardo, com 46,43 m. O pódio: 1º Alicia Deshasier (USA) 58,01 m, 2º Yainelis Ribiaux (CUB) 56,21, 3º Yanet Cruz (CUB) 56,19 m.

No salto em altura masculino, Rafael Uchona dos Santos foi o 13º, com 2,15 m. O ouro foi para Donald thomas, das Bahamas, com 2,32 m, a prata para Diego Ferrin, do Equador, com 2,30 m, e o bronze para Victor Moya, de Cuba,, com 2,26 m.

Resultados das finais desta quinta-feira

200 m
1-Ana Cláudia Lemos (BRA) - 22.76
2-Simone Facey (JAM) - 22.86
3-Mariely Sanchez (DOM) - 23.02

200 m
1-Roberto Skyers (CUB) - 20.37
2-Lansford Spence (JAM) - 20.38
3-Bruno Lins (BRA) - 20.45
7-Sandro Viana (BRA) - 20.94


5.000 m
1-Marisol Guadalupe Romero (MEX) - 16:24.08
2-Cruz Nonata (BRA) - 16:29.75
3-Santa Ines Melchor (PER) - 16:41.50

Salto triplo
1-Alexis Copello (CUB) - 17,21 m (-1.3)
2-Yoandris Betanzos (CUB) - 16,54 m (0.4)
3-Jefferson Sabino (BRA) - 16,51 m (1.6)

1.500 m
1-Adriana Muñoz (CUB) - 4:26.09
2-Rosibel Garcia (COL) - 4:26.78
3-Malindi Alberta Elmore (CAN) - 4:27.57
4-Fabiana Cristine da Silva (BRA) - 4:28.33

400 m com barreiras

1-Omar Cisneros (CUB) - 47.99 (RP)
2-Isa Phillips (JAM) - 48.82
3-Felix Sanchez (DOM) - 48.85
5-Mahau Suguimati (BRA) - 49.61

Arremesso do peso
1-Misleydis Gonzalez (CUB) - 18,57 m
2-Cleopatra Borel (TRI) - 18,46 m
3-Michelle Denee Carter (USA) - 18,09 m
Keely Medeiros (BRA) - queimou as três tentativas

Salto em altura
1-Donald Alexander Thomas (BAH) - 2,32 m
2-Diego Javier Ferrin (EQU) - 2,30 m
3-Victor Rafael Moya (CUB) - 2,26 m
13-Rafael Uchona (BRA) - 2,10 m

Lançamento do dardo
1-Alicia Ann Deshasier (USA) - 58,01 m
2-Yainelis Ribiaux (CUB) - 56,21 m
3-Yanet Cruz (CUB) - 56,19 m
15-Laila Ferrer (BRA) - 46,43 m

10.000 m
1-Marilson Gomes dos Santos (BRA) - 29:00.64
2-Juan Carlos Romero (MEX) - 29:41.00
3-Giovani dos Santos (BRA) - 29:51.71



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