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Realizado pela Bruxelas produções e lançado pelo Selo COB Cultural, no último dia 19 de abril, o documentário “Alvo Olímpico”, fala do esporte que conquistou a primeira medalha olímpica para o Brasil, o tiro esportivo, nos Jogos Olímpicos da Antuérpia, em 1920, e traça em 45 minutos sua trajetória até os dias de hoje, através dos depoimentos de atletas jovens e veteranos, explicando ainda cada uma das 15 provas da modalidade que deve distribuir 45 medalhas no Jogos do Rio, em2016.

A ideia central do projeto, concebido com o objetivo de preencher um vácuo de conhecimento sobre a modalidade, é atrair novos praticantes para o esporte cujas normas são reguladas pela ISSF (Internatinal Shooting Sport Federation). Márcio Garritano, que patrocinou o documentário em comemoração aos 30 anos de prática do esporte, em parceria com a Bruxellas Produções, comenta, “Ter um alvo, um objetivo, realizar os exercícios com precisão e, finalmente, acertar, é muito gostoso. O tiro esportivo é um esporte fascinante, mas ainda são poucos os praticantes no Brasil. Talvez por falta de uma maior divulgação e melhor estrutura que só conseguimos agora, com a aproximação dos Jogos Olímpicos do Rio.”

O documentário começa e termina falando da paixão; a que leva ao esporte e a que motiva os atletas a se prepararem para o Rio 2016. Aborda também vantagens da iniciação cedo, longevidade do esporte, tradição, formação do atirador, a importância da preparação multidisciplinar, benefícios da prática na vida cotidiana, o início olímpico e o desempenho dos brasileiros em Londres. A narrativa traz relatos de alguns atletas de destaque do tiro esportivo brasileiro, como Júlio Almeida, Emerson Duarte, José Carlos Iengo Batista (campeões da prova de fogo central no Mundial de Munique 2010), Ana Luiza Ferrão e Filipe Fuzaro (representantes do Brasil nas competições de tiro de Londres 2012).
 
O filme conta ainda com a participação da ucraniana Olena Kostevych, campeã olímpica da prova de pistola de ar 10m em  Atenas 2004 e terceira colocada em duas provas dos Jogos de Londres 2012, pistola de ar 10m e pistola 25m. Segundo o Diretor técnico da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo, Ricardo Brenck, “A gente tem visto nos Jogos Olímpicos países que já enxergaram o potencial do esporte e estão investindo em atletas do tiro esportivo. Hoje, em Copas do Mundo, a gente percebe que técnicos e atletas do mundo todo já olham o Brasil de uma forma diferente pela classificação nas provas”.
 

ALVO OLÍMPICO - Promo from Bruxellas on Vimeo.

Vídeo mostra a determinação dos atletas brasileiros na busca por medalhas olímpicas. Crédito: Divulgação: Bruxelas


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Realizadas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) anualmente desde 2005 como forma de estimular a prática esportiva nas escolas e auxiliar a descoberta de jovens talentos para o esporte de alto rendimento, em 2013 as Olimpíadas Escolares mudam de nome, passando a se chamar Jogos Escolares da Juventude.

A nova designação escolhida pelo COB foi em atendimento à solicitação do Comitê Olímpico Internacional (COI), que quer preservar o uso de expressões com o termo “Olimpíadas”, que é uma propriedade do COI. Trata-se do mesmo caso dos Jogos Paraolimpicos, que a partir do ano passado passaram a chamar-se Jogos Paralímpicos.

Jogos Olímpicos da Juventude
A escolha do nome pelo COB segue o conceito dos Jogos Olímpicos da Juventude, cuja primeira edição foi realizada em 2010, em Cingapura. Naquela oportunidade, 35 atletas que integraram o Time Brasil haviam disputado as Olimpíadas Escolares.

A mudança do nome do evento não implicará em alterações no formato da competição. Os Jogos Escolares da Juventude continuarão a ser disputados em duas faixas etárias. Em 2013 o evento para atletas de 12 a 14 anos será disputado em Natal (RN), em setembro, e para atletas de 15 a 17 anos em Belém (PA), em novembro.

Os Jogos Escolares da Juventude são organizados e realizados pelo Comitê Olímpico Brasileiro e correalizados pelo Ministério do Esporte e Organizações Globo, com o apoio dos Governos locais. Outra  novidade deste ano é a entrada da luta olímpica no programa de competições de 15 a 17 anos. A modalidade já integrava o programa de 12 a 14 anos.
 

Partida de handebol durante as Olimpiadas Escolares, agora Jogos  Escolares da Juventude. Crédito: Fernando Soutello/AGIF/COB

Polêmica “Olímpica”
Ao acolher as orientações do COI, de tratar o termo Olimpíadas como marca registrada, o COB tem entrado em polêmicas, como a que enfrenta co as instituições científicas e acadêmicas, que se utilizam do termo para promover competições de matemática, Física e outras ciencias. Um caso emblemático é a notificação judicial ao Museu Exploratório de Ciência da Unicamp, organizador das Olimpíadas de História do Brasil, então em sua quarta edição, em outubro do ano passado, alegando o uso irregolar da palavra “Olimpíadas”.  O mesmo acontecendo com outras instituições de ensino.

Para os professores e cientistas o tema é universal e portanto sem “dono”. A situação levou a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) a enviarem uma nota conjunta ao COB, endereçada ao presidente do COB e do Comitê Organizador dos Jogos do Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman; questionando a exclusividade do uso da palavra “olimpíada”,  trazendo ainda prejuízo a todas as tradicionais olimpíadas educacionais que se realizam no Brasil há anos. Diante da polêmica já instaurada, o COB, em conjunto com o COI, estuda voltar a possibilidade de atrás e liberar a utilização do termo para fins educaionais.


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Sheilla Castro, bicampeã olímpica da seleção feminina de vôlei, e Arthur Zanetti, campeão olímpico na ginástica artística pelas argolas, foram eleitos os melhores atletas brasileiros de 2012. Se as ginastas foram destaques nos anos anteriores, especialmente com Daniele Hypolito e Daiane dos Santos, desta vez a melhor atleta foi uma oposto do vôlei. Já os ginastas roubaram a cena esportiva com Zanetti levando o prêmio que já foi de Gustavo Kuerten, mas nos últimos anos era disputado por nadadores como Cesar Cielo e jogadores de vôlei como Giba.
 

A votação aconteceu primeiro através de um colégio eleitoral e depois com o público decidindo via Internet e o anúncio dos vencedores foi feito na cerimônia do Prêmio Brasil Olímpico, organizada anualmente pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) na noite da última terça-feira, dia 18 de dezembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Este ano o tema da cerimônia foi “Rio, A vez de todos”, em alusão aos Jogos Olímpicos Rio agendado para 2016. O evento homenageou também os medalhistas nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, técnicos e personagens que marcaram o ano do esporte brasileiro.
 
Além dos vencedores, concorreram ao prêmio Melhor Atleta do Ano no feminino, a judoca Sarah Menezes e Yane Marques do pentatlo moderno. Entre os homens, o pugilista Esquiva Falcão  e o nadador  Thiago Pereira. Todos eles medalhistas nas Olimpíadas. E os técnicos escolhidos na 14ª edição do Prêmio Brasil Olímpico estavam diretamente ligados aos atletas, José Roberto Guimarães, treinador de Sheilla na seleção brasileira feminina de vôlei, foi escolhido o Melhor Técnico de Esportes Coletivos,enquanto o Melhor Técnico Individual foi Marcos Goto, técnico do ginasta Arthur Zanetti.

Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, comentou a premiação, “Esta cerimônia celebra vários de nossos heróis. Temos enorme confiança no resultado de nossos atletas, que são a principal razão dos Jogos Olímpicos. Esta é uma caminhada que parece longa, mas será curta até os Jogos Olímpicos Rio 2016.”
 
Sheilla

Oposto da seleção feminina de vôlei, Sheilla foi uma das peças fundamentais na emocionante campanha olímpica de Londres. Após ver o Brasil quase eliminado ainda na primeira fase, a atacante e suas companheiras de equipe reagiram durante a competição e conseguiram repetir a medalha de ouro obtida em Pequim 2008, com uma vitória de virada sobre os Estados Unidos na final por 3 sets a 1.

Com isso, Sheilla tornou-se bicampeã olímpica, feito realizado por apenas 12 atletas brasileiros, entre eles cinco companheiras de seleção. “Estou muito feliz em ganhar este prêmio. Confesso que estava bastante tensa porque concorri com duas meninas muito fortes. Quero compartilhar essa conquista com todas as jogadoras da seleção e ao técnico, já que se trata de um esporte coletivo”, disse Sheilla, dedicando o prêmio à avó.


Arthur
Arthur Zanetti também fez história em Londres 2012 ao conquistar a medalha de ouro nas argolas, a primeira medalha olímpica da ginástica brasileira. Em Londres, já havia vencido o evento-teste dos Jogos Olímpicos. Ainda em 2012 obteve a medalha de prata na Copa do Mundo de Cottbus, na Alemanha.

Zanetti comentou,“É um prazer enorme receber o Prêmio Brasil Olímpico. Queria agradecer a todos que torceram por mim e aqueles que me ajudaram, principalmente meus  companheiros de equipe. A ginástica é um esporte individual, mas sem eles eu não teria conseguido”, disse.

Hortência
Em sua 14ª edição, o Prêmio Brasil Olímpico 2012 prestou homenagens ainda a outras categorias. A campeã mundial e medalhista olímpica de prata no basquete, Hortência Marcari, recebeu o troféu Adhemar Ferreira da Silva, dedicado a ex-atletas cujas carreiras foram marcadas pela ética, respeito ao próximo, companheirismo e sentido de coletividade. A rainha do basquete agradeçeu, “É uma honra muito grande receber esta homenagem. Eu já tinha esquecido o que é sentir esta emoção. Meus filhos não me viram competir, mas hoje puderam assistir à mãe recebendo essa grande homenagem”.

MiniAtletismo

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) recebeu por indicação do COB, pelo projeto MiniAtletismo, o Troféu COI – Esporte e Desenvolvimento Sustentável, oferecido pelo Comitê Olímpico Internacional. O objetivo do projeto MiniAtletismo é tornar o esporte mais praticado nas escolas e levá-lo a lugares sem infraestrutura e equipamentos, a partir da capacitação de treinadores e professores de Educação Física. O projeto é voltado a crianças entre 7 e 12 anos e já capacitou 2.652 professores em 53 clínicas realizadas em 18 estados brasileiros.

Olimpíadas Escolares e Universitárias
O futuro do esporte brasileiro também recebeu homenagens especiais. Por indicação do COB, o nadador Felipe Souza do Colégio Santa Cecília-SP; Mayara Siñeriz, ginasta rítmica da Escola Municipal de Educação Fundamental Eber Louzada Zippinotti-ES; Matheus Santana, nadador do Colégio Legrand-RJ; e Camila Nogueira judoca do Colégio Mace-MS, conquistaram o prêmio de Melhores Atletas das Olimpíadas Escolares.

Também foram premiados por indicação da Confederação Brasileira de Desportos Universitários (CBDU), Henrique Martins, nadador da UNIP-SP; e a atleta Gilailce Trigueiro de Assis do Unifor-CE, como melhores atletas das Olimpíadas Universitárias.

Os melhores de 2012 em cada modalidade:
Atletismo – Marilson dos Santos
Badminton – Daniel Paiola
Basquete – Marcelo Huertas
Boxe – Esquiva Falcão
Canoagem Slalom – Ana Sátila
Canoagem Velocidade – Erlon Silva e Ronilson Oliveira
Ciclismo BMX – Squel Stein
Ciclismo Estrada – Magno Nazareth
Ciclismo Mountain Bike – Rubens Valeriano
Ciclismo Pista – Gabriela Yumi
Desportos na Neve – Jaqueline Mourão
Desportos no Gelo – Luiz Fernando Manella
Esgrima – Renzo Agresta
Futebol – Neymar
Ginástica Artística – Arthur Zanetti
Ginástica de Trampolim – Carlos Pala
Ginástica Rítmica – Natália Gaudio
Golfe – Alexandre Rocha
Handebol – Eduarda Amorim
Hipismo Adestramento – Luiza Almeida
Hipismo CCE – Ruy Leme da Fonseca
Hipismo Saltos – Álvaro Affonso de Miranda (Doda)
Hóquei Sobre Grama – Matheus Ferreira
Judô – Sarah Menezes
Levantamento de Peso – Jaqueline Ferreira
Lutas – Joice Silva
Maratona Aquática – Ana Marcela Cunha
Natação – Thiago Pereira
Natação Sincronizada – Nayara Figueira
Pentatlo Moderno – Yane Marques
Polo Aquático – Gustavo Guimarães
Remo – Fabiana Beltrame
Rugby – Paula Ishibashi
Saltos Ornamentais – Cesar Castro
Taekwondo – Diogo Silva
Tênis – Bruno Soares
Tênis de Mesa – Caroline Kumahara
Tiro com Arco – Daniel Xavier
Tiro Esportivo – Roberto Schmits
Triatlo – Pamela Oliveira
Vela – Robert Scheidt e Bruno Prada
Vôlei de Praia – Alison Cerutti e Emanuel Rego
Vôlei – Sheila Castro

Os vencedores das edições anteriores do Prêmio Brasil Olímpico:
1999 – Maurren Maggi (atletismo) e Gustavo Kuerten (tênis)
2000 – Leila Barros (vôlei) e Gustavo Kuerten (tênis)
2001 – Daniele Hypolito (ginástica artística) e Robert Scheidt (vela)
2002 - Daniele Hypolito (ginástica artística) e Nalbert (vôlei)
2003 – Daiane dos Santos (ginástica artística) e Fernando Meligeni (tênis)
2004 - Daiane dos Santos (ginástica artística) e Vanderlei Cordeiro de Lima (atletismo)
2005 – Natália Falavigna (taekwondo) e João Derly (judô)
2006 – Laís Souza (ginástica artística) e Giba (vôlei)
2007 – Jade Barbosa (ginástica artística) e Thiago Pereira (natação)
2008 – Maurren Maggi (atletismo) e Cesar Cielo (natação)
2009 – Sarah Menezes (judô) e Cesar Cielo (natação)
2010 – Fabiana Murer (atletismo) e Murilo Endres (vôlei)

 


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Observadores de 15 paises acompanharão o Evento. Crédito: Wander Roberto/ Inovafoto
Observadores de 15 paises acompanharão o Evento. Crédito: Wander Roberto/ Inovafoto
Organizadas pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), as Olimpíadas Escolares são consideradas referência internacional, com reconhecimento do Comitê Olímpico Internacional (COI), e tidas como um dos cinco maiores eventos esportivos escolares do mundo. Por isso, a edição deste ano, que será realizada de 25 de novembro a 8 de dezembro, em Cuiabá no Mato Grosso, contará com observadores de comitês olímpicos e entidades esportivas de 15 países e quatro continentes; que estarão na capital mato-grossense para conhecer todos os detalhes da organização do evento que reunirá cerca de 4 mil atletas de 15 a 17 anos.
 
O programa de observadores tem a chancela do COI, através da Solidariedade Olímpica Internacional (SOI), e desde 2007 já levou 60 visitantes internacionais às Olimpíadas Escolares. Desta vez, o evento receberá observadores internacionais da Alemanha, Argentina, Bangladesh, Camboja, Gambia, Grã-Bretanha, Haiti, Malaui, Moçambique, Paquistão, Paraguai, Portugal, República Dominicana, Sérvia e Ucrânia. Em Cuiabá, os observadores percorrerão as instalações esportivas e conhecerão os detalhes de todas as áreas da organização da maior competição esportiva estudantil do Brasil, observadores assistirão as competições, visitarão o Centro de Convivência, participarão das atividades culturais, incluindo a Cerimônia de Abertura, e ainda terão a oportunidade de apresentarem os modelos de desporto escolar de seus países.

Todos os 204 países filiados aos COI foram convidados pelo COB para participar da edição de 2012 do programa. Neste ano, 25 nações se interessaram em participar, indicaram representantes e passaram por um processo seletivo. A escolha dos 15 participantes passou por uma análise de diversos pré-requisitos. Edgar Hubner, gerente-geral de juventude e infraestrutura do COB e diretor-geral das Olimpíadas Escolares Cuiabá 2012, comenta, “Priorizamos gestores que trabalham diretamente com o desporto escolar em seus países. A diversidade de culturas e realidades engrandecerá o intercâmbio entre os participantes durante todo o período em que estiverem em Cuiabá.”

Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB também destacou, “Este programa possibilita uma experiência enriquecedora tanto para os observadores quanto para os organizadores das Olimpíadas Escolares. O objetivo é realizar um intenso intercâmbio de informações e trabalhar o esporte escolar como ferramenta de integração e inclusão social em todo mundo.”
 


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As Olimpíadas e as Paralimpíadas acabaram, mas o espírito olimpico continua vivo; e bem antes dos próximos jogos já desembarcou aqui no Brasil, nas Olimpíadas Escolares 2012. O evento de abertura das Olimpíadas Escolares 2012, teve lugar na última quinta-feira, 6 de setembro, no Ginásio Poliesportivo Arthur Moreira Chavez, em Poços de Caldas, interior de mineiro, a 460 de Belo Horizonte, com a presença de atletas como o nadador Leonardo de Deus, que acendeu a pira olímpica.

A competição, para alunos de 12 a 14 anos segue até o dia 15 de setembro e reune aproximadamente 4000 jovens atletas, disputando a etapa nacional, que inclui além dos estados e o distrito federal, uma delegação da cidade-sede, disputando provas de atletismo, badminton, basquete, ciclismo, futsal, ginástica rítmica, handebol, judô, lutas, natação, tênis de mesa, vôlei e xadrez. A entrada do público é gratuita para todas as competições.

O evento conta também com a participação de atletas olímpicos já consagrados, que na condição de Embaixadores das Olimpíadas Escolares, passam aos estudantes toda a experiência adquirida em vários anos de atividade no esporte internacional.  Em Poços de Caldas, 11 atletas, incluindo medalhistas olímpicos e pan-americanos, atuarão como embaixadores.

Os escolhidos para esta edição foram Ana Claudia Lemos do atletismo; Daniel Paiola, badminton; Clarissa dos Santos, do basquete; o ciclista Renato Rezende, Sarah a judoca e medalhista olimpica Menezes; Angélica Kvieczynski, da ginástica rítmica; Luiz Ricardo do handebol; o nadador Leonardo de Deus; Antoine Jaoude, das lutas associadas; a mesatenista Lígia Silva; e o jogador de futsal, Lenísio Teixeira Jr.

Uma novidade do programa sócio-educativo e cultural em Poços de Caldas é o restaurante central, recebendo todos os atletas para almoço e jantar. Ao lado do restaurante, uma área de entretenimento e confraternização foi montada, com uma biblioteca com livros do Selo COB Cultural, jogos, e a exposição de fotos do Time Brasil em Londres 2012, o Click Campeão, um mural de mensagens, além de exibição de fotos, vídeos e clínicas esportivas de modalidades que não fazem parte do programa oficial das Olimpíadas Escolares: tiro com arco, remo e esgrima.

O conceito da sustentabilidade também recebeu atenção, com um programa de seis temas - resíduos, energia, água, transporte, engajamento de stakeholders e legado - com diversas iniciativas como o plantio de 150 árvores, compensação das emissões de CO2, palestras em escolas e a redução do consumo de papel, onde a meta é consumir 10% menos papel do que na competição do ano passado.

As Olimpíadas Escolares são organizadas e realizadas pelo Comitê Olímpico Brasileiro, correalizadas pelo Ministério do Esporte e Organizações Globo e apoio da Prefeitura Municipal de Poços de Caldas e Governo do Estado de Minas Gerais.
 



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Ryoto e Falcão: Resultado mantido
Ryoto e Falcão: Resultado mantido
A Associação Internacional de Boxe Amador (AIBA) negou o pedido de revisão da luta final entre o brasileiro Esquiva Falcão e o japonês Ryoto Murata, vencida pelo japonês por 14 a 13 na decisão da medalha de ouro olímpica da categoria até 75Kg dos Jogos Olímpicos Londres 2012.

O pedido do COB foi feito à AIBA na última sexta depois que a imprensa brasileira publicou matéria sobre um possível arrependimento do árbitro polonês Mariusz Gorn, pela punição que tirou dois pontos de Esquiva Falcão. De acordo com a imprensa, o árbitro polonês teria admitido ao oficial brasileiro Jones Kennedy que a punição por excesso de contato físico definiu o resultado final, e que só foi aplicada porque Mariusz Gorn achava que esta não prejudicaria tanto o atleta brasileiro.

Em resposta enviada ao COB na terça-feira, 21 de agosto, o diretor executivo da AIBA, Ho Kim, afirmou ter presenciado a conversa e que nela o árbitro polonês apenas indicou ter  simpatizado com o atleta brasileiro, e o quanto decepcionante era para um boxeador perder a final dos Jogos Olímpicos por um ponto. Ho Kim afirmou que em nenhum momento durante a conversa Mariusz Gorn indicou ou sugeriu que a medida fosse um erro.

Além disso, o diretor executivo da AIBA ressaltou que de acordo com as regras da competição não é possível rever o resultado da luta, mantendo-se assim a vitória do atleta japonês. O Comitê Olímpico Brasileiro respeitará a decisão da AIBA.


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Não é só no futebol brasileiro que as decisões da arbitragem estão dando o que falar. O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) enviou na última sexta-feira, 17 de agosto, uma carta à Associação Internacional de Boxe (AIBA) pedindo a revisão do resultado da luta final do boxeador brasileiro Esquiva Florentino Falcão nos Jogos Olímpicos Londres 2012.

A decisão ocorreu após o COB tomar conhecimento, através de notícias publicadas nos jornais brasileiros, de que o árbitro polonês Mariusz Gorn se arrependeu de ter punido Esquiva Falcão com a perda de dois pontos, na luta que decidiu a medalha de ouro olímpica da categoria até 75Kg contra Ryoto Murata, vencida pelo atleta japonês por 14 a 13.

De acordo com informações veiculadas na mídia, após a luta o árbitro polonês admitiu ao árbitro brasileiro Jones Kennedy que a punição por excesso de contato físico acabou definindo o resultado final, e que a mesma só foi aplicada porque Mariusz Gorn achava que o atleta brasileiro não seria tão prejudicado pela punição.

Dessa forma, o COB solicitou que a AIBA tome as providências cabíveis para que o resultado da luta seja revisto. “Tudo indica que houve um erro de interpretação do árbitro, por isso pedimos que a AIBA reveja o resultado final da luta. O COB tem o dever de lutar pelos interesses dos atletas brasileiros”, afirmou o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman.


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Felipe Kitadai e Sarah Menezes abriram o quadro de medalhas brasileiro
Felipe Kitadai e Sarah Menezes abriram o quadro de medalhas brasileiro
O Brasil teve uma boa estreia de seus atletas no sábado, conseguindo três medalhas olímpicas; a de Ouro de Sarah Menezes e o Bronze de Felipe Kitadai, ambas no judô; mais a prata de Thiago Pereira nos 400m Medley da natação.
 
Esses atletas passaram imediatamente a atrair a atenção dos colegas da vila olímpica e da mídia, quer pelas histórias que viveram até aqui, quer pela conquista das medalhas, especialmente Sarah Menezes, que conquistou o primeiro ouro do Judo feminino em olimpiadas. Antes, a melhor marca era o bronze que Ketleyn Quadros conquistado em Pequim/2008.


Natação
Já o nadador Thiago Pereira conquistou a terceira medalha brasileira no primeiro dia de competições, no 400m medley,com a marca de 4min08s86, ficando atrás somente do norte-americano Ryan Lochte com 4min05s18. o pódio foi completado pelo japonês Kosuke Hagino, que fez 4min08s94 e ficou com o bronze, enquanto o recordista de medalhas olímpicas, o americano Michael Phelps, terminou em quarto lugar.

Medalha danificada
Mas a situação mais curiosa aconteceu com o judoca Felipe Kitadai, o primeiro brasileiro a faturar um medalha nos Jogos Olímpicos de Londres, ao derrotar o italiano Elio Verde no Golden score, o desempate da modalidade.

Kitadai conquistou a medalha olímpica no dia em que completou  23 anos e não deixou sua medalha de lado nem na hora do banho; como resultado derrubou-a, danificando a peça. Felizmente a intervenção Bernard Rajzman, chefe da Missão Brasileira junto ao COI, garantiu a troca do iten danificado, e de acordo com o coordenador da seleção brasileira de judô, Ney Wilson, a troca deve acontecer nesta segunda até a noite. 


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Oscar Schmidt e destaques do basquete brasileiro participaram do sorteio. Crédito: FIBA/Wander Roberto
Oscar Schmidt e destaques do basquete brasileiro participaram do sorteio. Crédito: FIBA/Wander Roberto
A Federação Internacional de Basquete (Fiba), com o apoio do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), realizou na segunda-feira, 30 de abril, o sorteio dos grupos dos torneios masculino e feminino de basquete dos Jogos Olímpicos Londres 2012.

Esta foi a primeira vez na história que um sorteio de grupos de uma modalidade olímpica foi realizado em território brasileiro, no auditório do COB, na cidade do Rio de Janeiro, escolhida pela Fiba pelo bom momento do país no cenário internacional e o fato da cidade ser sede dos próximos Jogos Olímpicos, em 2016.

Estiveram presentes ao sorteio autoridades da Fiba, do COB,  o presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Carlos Nunes; e atletas que ajudaram a construir a história do basquete brasileiro, como Erika Souza, Hortência Marcari, Janeth Arcain, Magic Paula, Marcelinho Machado, Oscar Schmidt e Wlamir Marques, que participaram do sorteio dos grupos.

Torneio feminino

No torneio feminino, o primeiro a ser definido pelo sorteio, o Brasil ficou no Grupo B, juntamente com as donas da cassa, a Grã-Bretanha, a Austrália, a Rússia e mais duas equipes que ainda se qualificarão, através do Pré-Olímpico Mundial, em Ankara, na Turquia, no fim de junho. O Grupo A é formado por EUA, China e Angola, mais outras três seleções ainda indefinidas.
 
Erika, que já disputou os Jogos Olímpicos Atenas 2004, quando a equipe feminina do Brasil foi a quarta colocada na competição, comentou, "Austrália e Rússia são as favoritas aos primeiros lugares do nosso grupo, o que acho bom para o Brasil. Assim a gente pode jogar sem tanta pressão. Só depende de nós. O basquete feminino brasileiro está evoluindo bastante desde a chegada da Hortência à Confederação Brasileira. E isso me dá confiança para fazer o possível para alcançar um bom resultado nos Jogos Olímpicos."

Masculino

No masculino, o Brasil também ficou no Grupo B, novamente com a Grã-Bretanha e a Austrália, com Espanha, China, e uma equipe a ser definida no Pré-Olímpico Mundial, em Caracas, na Venezuela, entre os dias 2 e 8 de julho. No Grupo A, ficaram EUA, França, Argentina, Tunísia e mais duas seleções ainda não definidas.
 
Para o tricampeão pan-americano Marcelinho Machado, "Em esporte nunca dá certo escolher adversários e serão todos jogos muito difíceis. A nossa vantagem, após o sorteio, é que já temos quatro equipes definidas no nosso grupo, sem precisar esperar pelo Pré-Olímpico Mundial. Assim, já podemos iniciar a preparação específica para enfrentar cada um desses adversários."


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GuilhermeToldo. Crédito: Gaspar Nóbrega/Inovafoto/COB
GuilhermeToldo. Crédito: Gaspar Nóbrega/Inovafoto/COB
Mais Dois esgrimistas brasileiros garantiram classificação para os Jogos Olímpicos Londres 2012. Os dois conquistaram suas vagas no Pré-Olímpico das Américas, disputado em Santiago, no Chile, no último fim de semana.

Athos Schwantes, da categoria espada, derrotou o argentino Felix Dominguez nas semifinais do sábado. Já Guilherme Toldo, que é visto comemorando na foto, venceu o colombiano Dimitri Roa na final do florete, disputada no domingo.

Antes deles, Renzo Agresta foi o primeiro brasileiro a se classificar, em março, durante etapa do Grand Prix da Hungria.
 


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Ronald Julião. Crédito: Wagner Carmo/Inovafoto /COB
Ronald Julião. Crédito: Wagner Carmo/Inovafoto /COB
 O paulista Ronald Julião conseguiu a qualificação para os Jogos Olímpicos Londres 2012 ao obter a marca de 63,01 m no lançamento do disco do Long Beach Invitational, realizado na Califórnia, na noite do último sábado, 21 de abril. O índice da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) é de 63,00 m.

O atleta da BM&Fbovespa, comemorou o resultado, "Agora vou treinar para a minha primeira edição dos Jogos. O apoio do João Paulo (seu treinador) foi fundamental para conseguir o índice na minha última tentativa. Ele sempre acreditou e eu fui lá".

Ronald, 26 anos, de 1,94 m e 114 kg, tinha chegado perto do índice na última quinta-feira, em Chula Vista, San Diego, quando lançou o disco a 62,97 m, ficando a 3 cm do índice. Na sexta-feira, voltou a competir e fez 62,40 m. Ele disputará ainda mais três competições nos EUA.

Geisa

Outra atleta da BM&FBovespa que está competindo nos EUA é a fluminense Geisa Coutinho, treinada por Carlos Cavalheiro, que ficou em 4º lugar nos 400 m, com 52.75, e em 7º nos 200 m, com 23.59, do 54º Mt. Sac Relays, em Walnut, na Califórnia.
 


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