Confira todas as crônicas / artigos já publicadas:
Contra a bala não há argumentos por Apito da Silva
[03/09/2010]
O ministério da saúde adverte: xingar a mãe do árbitro é prejudicial á saúde!
Esta aconteceu em Aperibé, uma pequena cidade do interior do Rio de Janeiro. Wagner Tardelli estava iniciando sua carreira e foi atuar na partida entre o time local e o Rubro de Araruama. O árbitro reserva era Faisal Abraão, uma figura conhecida na região por resolver suas pendengas normalmente à bala.
Quase no final da partida, Tardelli observa um torcedor mais exaltado, pend...
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Quem manda é o juiz! por Apito da Silva
[27/08/2010]
Eu tenho a força!
Dulcídio Wanderley Boschillia, o “diabo loiro”, era realmente uma figuraça. Alto, forte e cara de mau, a sua própria imagem já intimidava os jogadores. Fora de campo era um policial boa praça, mas nos gramados não levava desaforos para casa. Boschilla costumava ir á forra com os jogadores mais indisciplinados.
Certa vez, antes do início de uma partida, o árbitro cumprimentou um destes bad boys, apertando a sua mão com tanta for&cc...
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É só porrada! por Apito da Silva
[20/08/2010]
Te pego lá fora
Partidas em São Paulo, a torcida corintiana ficou revoltada com o “titio” Mário Vianna, alegando que o árbitro prejudicara o time mosqueteiro. Depois do jogo, no vestiário, um delegado de polícia apresenta-se ao juiz oferecendo condições de segurança para que ele pudesse deixar o estádio.
Mário Vianna havia pertencido a Polícia Especial do Rio de Janeiro e tinha, no jeito truculento, uma de suas principais característi...
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Cumplicidade em todos os campos, no gramado, na TV e... na alcova por Apito da Silva
[13/08/2010]
Não fui eu quem disse, mas...
Outra vez, aconteceu situação parecida com Léo Feldman. Oficialmente, o árbitro não pode, por iniciativa própria, atrasa o inicio de uma partida. Entretanto, Feldman chamou um dos repórteres um dos repórteres ao pé do ouvido e deu a seguinte sugestão:
- Olha, eu não falei nada, mas um de vocês vá até o gol, solte alguns grampos da rede. Eu farei a vistoria e, até o funci...
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Propostas indecentes e pontualidade por Apito da Silva
[06/08/2010]
Proposta indecente
A árbitra paranaense Sueli Tortura, da FIFA, sentiu na pele o poder do dirigente de um clube de futebol, mas não necessariamente o tipo assédio a que os árbitros estão acostumados.
Após o final da partida entre duas equipes amadoras de Curitiba, a árbitra recebeu de presente o uniforme completo do time que vencera o jogo. Havia junto um cartão com agradecimentos e um inusitado convite para um encontro no motel.
O dirigente ainda foi além: e...
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Propagandas, manhas e “descuentos” por Apito da Silva
[30/07/2010]
Propaganda é a alma do negócio
Esta aconteceu no Rio Grande do Sul, em meados dos anos 70. No quadro da Federação Gaúcha existia um árbitro muito pobre, que apitava mais por necessidade do que vocação. Por medida de economia , quando ele viajava pedia carona aos motoristas de ônibus , dormia na casa de amigos, levava comida de casa, enfim, tudo para guardar um dinheirinho.
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Pressão de todos os lados por Apito da Silva
[23/07/2010]
Tramas, tramóias e intrigas
Durante a Copa de 70, no México, todos os árbitros ficaram hospedados no mesmo hotel. Na primeira rodada, o árbitro Brasileiro Airton Vieira de Moraes, o ‘Sansão’, havia sido escalado para a partida Uruguai e Suécia, e o uruguaio Ramon Barreto, para o jogo Brasil e Tchecoslováquia. Alguns jornalistas começaram a especular um possível acordo entre os dois ‘homens de preto’ para beneficiar seus países.
Esta hist&oacut...
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Juízes de atitude por Apito da Silva
[16/07/2010]
A BOLA É NOSSA
Em Belo Horizonte, nos anos 50, o árbitro Alcebíades Magalhães Dias ficou conhecido no mundo do futebol como ‘Cidinho Bola Nossa’. O apelido surgiu, no Estádio Independência, durante uma partida do Atlético – notadamente o seu clube do coração -contra o América. Após uma dividida junto á linha lateral, o jogador do Galo, indeciso, pergunta ao árbitro qual time deveria cobrar o arremesso. De primeira, Alcebíades respondeu: ...
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Os juízes não usam cartola por Apito da Silva
[09/07/2010]
Assim é se lhe parece
O irmão de Dalmo Bozzano, Celso, costumava atuar como bandeirinha. Certa vez, a federação paraibana convidou um trio catarinense para trabalhar na final do campeonato local. O assistente não havia conseguido lugar no vôo do irmão e teve que viajar antes.
Chegando ao aeroporto de João Pessoa, havia uma pessoa esperando no desembarque, com uma placa onde estava escrito: ‘Sr. Bozzano’. Na verdade, ele era um dirigente de um dos clubes e levou Celso pa...
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O inglês, o sapato e o taxista por Apito da Silva
[02/07/2010]
I WANT TO GO HOME
Viajavam para a Oceania para uma partida das eliminatórias da Copa do Mundo de 1986, os cariocas José Roberto Wright, Luís Carlos Félix e o paulista Romualdo Arppi Filho. Chegando á alfândega, no aeroporto de Melbourne, Romualdo, apressado, resolve ir na frente dos demais. Tudo bem, não fosse por um pequeno detalhe: ele não falava uma palavra de inglês. Wright sabia que o amigo teria dificuldades, caso tivesse sua bagagem revistada, mas mesmo assim deixou. Nã...
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